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Recreio da Juventude, Autor em Recreio da Juventude https://clubefy.fcinco.host/author/recreio/ Conteúdos Mon, 30 Sep 2024 20:02:35 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://clubefy.fcinco.host/wp-content/uploads/2022/09/icon-grande.png Recreio da Juventude, Autor em Recreio da Juventude https://clubefy.fcinco.host/author/recreio/ 32 32 O canto como atividade terapêutica  https://clubefy.fcinco.host/o-canto-como-atividade-terapeutica/ https://clubefy.fcinco.host/o-canto-como-atividade-terapeutica/#respond Thu, 12 Sep 2024 17:53:09 +0000 https://clubefy.fcinco.host?p=3704 Uma forma de arte muito agradável e uma poderosa ferramenta para melhorar o bem-estar geral e a qualidade de vida. Assim é o canto, uma atividade que promove uma série de benefícios físicos, emocionais e mentais.   O canto geralmente é associado com a expressão de emoções. Quem está triste pode representar a sua infelicidade por […]

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Uma forma de arte muito agradável e uma poderosa ferramenta para melhorar o bem-estar geral e a qualidade de vida. Assim é o canto, uma atividade que promove uma série de benefícios físicos, emocionais e mentais.  

O canto geralmente é associado com a expressão de emoções. Quem está triste pode representar a sua infelicidade por meio de uma canção melancólica, baixinha. Da mesma forma, quem está alegre pode representar o seu êxtase, cantando espontaneamente uma canção alegre, animada e no mais alto volume que conseguir. Mas muito mais do que expressar emoções ou sentimentos, o ato de cantar ativa processos fisiológicos que podem promover o bem-estar e a cura.  

Há estudos que indicam que o canto estimula a produção de hormônios como a dopamina e a oxitocina, responsáveis pela sensação de felicidade. Essas substâncias ajudam a combater sintomas de depressão e ansiedade, promovendo uma sensação geral de bem-estar.  

O professor Guilherme Varela Moterle, cantor com nove anos de experiência no ensino do canto e atuação em coros, já confirmou essa teoria na prática. Ele revela que teve alunos com ansiedade, problemas de falta de atenção e depressão e que o canto ajudou no processo de cura.  

“O canto não desenvolve apenas a música e a própria voz. Ele desenvolve também questões pessoais, como a autossegurança, o medo de encarar o público, a autoconfiança, a disciplina. É uma atividade educativa e terapêutica”, explica.    

Nas aulas de canto, os alunos desenvolvem a parte da percepção musical, com exercícios de escuta, e da técnica vocal, com exercícios vocais cantados e de respiração. Todos os alunos poderão seguir carreira como cantores profissionais, mas nem sempre é esse o objetivo que eles buscam atingir quando buscam uma aula de canto.  

“Alguns querem praticar para conhecer a própria voz, ou cantar para se divertir apenas, pelo prazer de cantar”, explica Guilherme.       

Fisicamente, o ato de cantar melhora a respiração e a postura, fortalece os músculos da face e da garganta e pode até contribuir para o aumento da capacidade pulmonar. Além disso, a vibração gerada pela voz tem um efeito calmante sobre o sistema nervoso, o que contribui para a redução do estresse e da tensão corporal.    

Há também os benefícios sociais. Participar de atividades de canto em grupo, por exemplo, pode promover uma revigorante sensação de pertencimento e interação social e criar um forte senso de comunidade, ajudando as pessoas a se sentirem conectadas umas com as outras. 

Enfim, o canto pode desempenhar um papel importante em um processo de autocuidado e cura, envolvendo o corpo, a mente e as emoções.    

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Pratique esportes e trabalhe melhor  https://clubefy.fcinco.host/pratique-esportes-e-trabalhe-melhor/ https://clubefy.fcinco.host/pratique-esportes-e-trabalhe-melhor/#respond Tue, 27 Aug 2024 19:25:26 +0000 https://clubefy.fcinco.host?p=3684 Há quem defenda que os esportes praticados devem ser incluídos no currículo profissional. O entendimento é que os “colaboradores atletas” são mais disciplinados e persistentes, além de terem melhor saúde física e mental, e isso pode ser um diferencial e contar pontos importantes nos processos seletivos. De fato, o esporte desempenha um papel crucial na […]

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Há quem defenda que os esportes praticados devem ser incluídos no currículo profissional. O entendimento é que os “colaboradores atletas” são mais disciplinados e persistentes, além de terem melhor saúde física e mental, e isso pode ser um diferencial e contar pontos importantes nos processos seletivos. De fato, o esporte desempenha um papel crucial na melhora do desempenho no trabalho, de várias maneiras.  

A prática regular de atividades físicas fortalece o corpo e a mente. Há aumento dos níveis de energia e redução do estresse, o que pode resultar em maior capacidade de concentração e foco durante os horários de trabalho. Como atua diretamente na prevenção de doenças, o esporte também é um importante fator para garantir a produtividade e a disposição, e reduzir as faltas e afastamentos por problemas de saúde.  

Colaboradores de todos os níveis hierárquicos podem ainda adotar e aplicar os valores e atributos do esporte na vida corporativa. A disciplina necessária, por exemplo, para manter a rotina esportiva irá refletir nas habilidades essenciais para uma rotina de trabalho eficiente; a mesma gestão de tempo, persistência e equilíbrio exigidos para o esporte são igualmente importantes no ambiente profissional, e se traduzem em mais oportunidades e objetivos atingidos. Da mesma forma, as derrotas, falhas e erros cometidos no esporte, se refletem em flexibilidade, resiliência e determinação para o trabalho. 

Confira o relato de profissionais atletas que mantêm uma rotina de treinos e sentem os reflexos disso na sua qualidade de vida e na produtividade no trabalho:  

Seu Carlos no pódio da Meia Maratona de Caxias do Sul (à direita): muito mais que medalhas e troféus, o esporte para ele é qualidade de vida

“O exercício físico leva para o trabalho uma qualidade extraordinária de vida” 

O auxiliar de higienização Carlos Augusto Leite de Oliveira descobriu a corrida de rua e a maratona há pelo menos 18 anos. Antes praticante de futebol, ele nunca abandonou as atividades físicas e sempre teve consciência da importância delas para a qualidade de vida das pessoas.  

Atualmente, a sua rotina de treinos inclui 10 km de corrida duas vezes por semana. Nos próximos dias, os treinamentos devem se intensificar, visando a participação na Meia Maratona de Porto Alegre, no fim de setembro. No ano passado, ele foi o campeão na categoria Masculino 70+ da Meia Maratona de Caxias do Sul.

Seu Carlos qualifica o exercício físico como “milagre” e “remédio para a vida”. E com facilidade, ele lista os motivos para tanto: o esporte promove mais qualidade de sono, menos cansaço, melhora o preparo físico e mental, exige alimentação controlada e repouso, inibe o consumo de álcool; deixa as pessoas menos angustiadas e mais animadas; e faz com que elas cheguem no trabalho mais tranquilas e otimistas.  

“O exercício inibe coisas ruins na vida e leva para o trabalho uma qualidade extraordinária de vida. Melhora tudo. Eu faço o exercício de manhã, trabalho oito horas e chego em casa na boa, como se não tivesse trabalhado, sem problemas e com bom humor. O exercício rotineiro deixa a pessoa com bom humor. Isso é útil para a vida, para a família e para o trabalho”, ensina.  

Depois de incluir as atividades físicas em sua rotina, Leandro afirma que chega no trabalho com mais disposição e alto astral

“Eu aconselho a prática de atividade física para todo mundo” 

Quem conhece o supervisor de Portaria Leandro Flores não imagina que em algum momento da sua vida ele se considerou “depressivo”. Mas isso foi antes do esporte. Sempre animado, falante e com uma piada pronta para engatar uma conversa, ele credita à prática de atividades físicas a mudança em seu estado mental e na sua disposição para a vida e para o trabalho.  

Há 10 anos treinando em academias, começou a competir pela modalidade de powerlifting, ou levantamento de peso, há um ano e meio. Sua rotina de treinos é de 1h a 1h30min por dia, de segunda a sexta. Em épocas de competição, ele amplia a carga horária e estende as atividades para os sábados também. No ano passado, Leandro foi campeão brasileiro de powerlifting GPA/IPO ao levantar 260 Kg, o novo recorde brasileiro.  

Antes de iniciar a sua rotina de treinos e musculação, Leandro diz que se sentia ofegante após uma simples caminhada. Hoje, nem pensa em parar, tamanha a diferença que percebeu em sua qualidade de vida e na disposição para o trabalho.  

“O esporte interfere muito na minha rotina de trabalho, positivamente. Eu chego com o astral lá em cima, com bastante disposição para fazer o que precisa.”  

A prática de atividade física é o primeiro conselho que dá para todos com quem convive, ressaltando sempre os benefícios que ela trará a longo prazo também.     

“Eu aconselho atividade física para todo mundo, para ver a mudança na qualidade de vida. Com certeza fará a diferença quando a pessoa tiver mais idade. É essencial para a nossa vida. Se todo mundo tirasse um tempo para si, para fazer uma atividade física, nós teríamos um outro mundo hoje, bem melhor.” 

Corrida, bicicleta e natação: as lições do esporte ajudam Luciana a enfrentar os desafios da vida profissional

“O esporte me ajuda a ter foco, disciplina e resiliência” 

Um dos maiores desafios profissionais da vida da supervisora de DHO Luciana Barro aconteceu em meio ao ciclo de preparação para uma maratona. A rotina de treinos para a prova acabou desempenhando também um papel fundamental para que ela lidasse com o estresse e a pressão do momento no trabalho, impactando no seu processo de aprendizado, inteligência emocional e resiliência.  

Luciana nunca foi uma pessoa sedentária. Quando criança, fez ballet e natação; na adolescência, basquete e academia. Agora, na vida adulta, optou por três modalidades: corrida, bicicleta e natação. A rotina de treinos é intensa: de duas a três vezes por semana, duas vezes por dia. Aos fins de semana, são mais de 20 quilômetros de corrida e de 40 a 60 km de bicicleta.  

Ao longo do tempo como atleta, acabou assimilando as lições sobre a vida ensinadas pelo esporte, e tudo o que ele pode fazer pelo seu dia a dia como profissional.  

“O esporte me ajuda a ter foco, disciplina, resiliência e a entender a importância de cada tijolo para a construção da casa. Valorizo a jornada. Ser esportista é um estilo de vida e com ele vem o cuidado com a alimentação, com o consumo de álcool e a convivência com pessoas praticantes de esporte. Tenho muito mais energia e adoeço muito menos.” 

Benefícios da atividade física regular 

  • Combate o excesso de peso 
  • Reduz a pressão arterial 
  • Diminui o riso de doenças cardiovasculares 
  • Ajuda a controlar a glicemia 
  • Diminui o riso de diabetes 
  • Reduz a gordura visceral 
  • Fortalece ossos e articulações 
  • Aumenta a força e a resistência muscular 
  • Promove a sensação de bem-estar 
  • Diminui o estresse 
  • Combate a ansiedade e a depressão 
  • Melhora a qualidade do sono 
  • Aumenta a disposição 
  • Fortalece o sistema imunológico 
  • Melhora o desempenho escolar 
  • Reduz o risco de câncer 
  • Melhora o humor, a disposição e a memória 
  • Aumenta a autoestima 
  • Aumenta a longevidade 

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Boates: ícones de expressão cultural e social dos anos 80 e 90  https://clubefy.fcinco.host/boates-icones-de-expressao-cultural-e-social-dos-anos-80-e-90/ https://clubefy.fcinco.host/boates-icones-de-expressao-cultural-e-social-dos-anos-80-e-90/#respond Mon, 19 Aug 2024 15:05:55 +0000 https://clubefy.fcinco.host?p=3673 Boate era onde as coisas aconteciam. Nos anos 80 e 90, as noites nesses espaços eram pródigas em música, dança, glamour e extravagância. Mas muito mais que espaços para dançar, as boates eram verdadeiros ícones de expressão cultural: elas refletiam com força as mudanças sociais e culturais de cada década.   As discotecas surgiram nos anos […]

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Boate era onde as coisas aconteciam. Nos anos 80 e 90, as noites nesses espaços eram pródigas em música, dança, glamour e extravagância. Mas muito mais que espaços para dançar, as boates eram verdadeiros ícones de expressão cultural: elas refletiam com força as mudanças sociais e culturais de cada década.  

As discotecas surgiram nos anos 70, com a explosão global da música disco, um fenômeno pulsante – meteórico, mas marcante – em todo o mundo. Logo na década seguinte, o disco sofreu um declínio e teve início uma nova fase para as discotecas. Elas emergiram como locais que ofereciam uma experiência de entretenimento que misturava as novas tendências musicais, a evolução tecnológica e as mudanças comportamentais. 

Foi na década de 80 que o disco começou a dividir espaço com novos estilos musicais e estéticas visuais. Os anos 80 foram marcados pelo New Wave, do Synthpop e do Rock, com o domínio das pistas por Madonna, Michael Jackson. Depeche Mode e Duran Duran. Os DJs assumiram um papel central para o entretenimento, manipulando músicas e criando remixes exclusivos que mantinham o público em movimento por horas. 

Na moda, o estilo exagerado marcou a época: o destaque eram os cabelos volumosos, a maquiagem colorida e roupas com ombreiras marcantes. Os sistemas de som e iluminação se modernizaram com as novas tecnologias e começaram a fazer a diferença para a imersão e o dinamismo dos ambientes. Lasers e efeitos visuais sincronizados com as músicas começaram a ser utilizados, criando atmosferas únicas e envolventes.   

DJs como protagonistas e novas tecnologias em luzes e efeitos visuais foram uma das marcas das boates nos anos 80. Crédito: Lucas Benetti.

As boates dos anos 80 também se consolidaram como espaços de diversidade e inclusão. O público LGBT encontrou ali um refúgio para expressar suas identidades e celebrar suas vidas.   

Já os anos 90 foram marcados pela ascensão da música eletrônica nas boates. Gêneros como House, Techno, Trance e Drum and Bass começaram a dominar as pistas e deram origem à cultura rave. A moda refletia uma mistura de influências grunge, rave e streetwear. O neon, as roupas largas e os acessórios fluorescentes contrastavam com uma estética mais minimalista e casual que começava a ganhar força.  

Nos anos 90, as boates também se tornaram mais globais, com a música eletrônica se espalhando pelo mundo e criando uma cena noturna interconectada entre os principais centros, como Londres, Berlim e Nova York.  

Historicamente, as boates não foram apenas lugares de entretenimento, elas redefiniram as experiências de cada nova geração e deixaram um legado de cultura pop. Eram espaços de experiências, onde novas tendências eram criadas e experimentadas. Sem dúvida, as boates são uma marca perene na cultura noturna. Elas continuam a ser celebradas e serão sempre lembradas como símbolos de uma era de liberdade criativa e celebração da vida noturna.   

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Os pais têm um papel fundamental na formação dos atletas  https://clubefy.fcinco.host/os-pais-tem-um-papel-fundamental-na-formacao-dos-atletas/ https://clubefy.fcinco.host/os-pais-tem-um-papel-fundamental-na-formacao-dos-atletas/#respond Mon, 01 Jul 2024 18:01:35 +0000 https://clubefy.fcinco.host?p=3657 Muito mais do que fiéis e apaixonados torcedores com presença constante em todas as arquibancadas, os pais desempenham um papel fundamental na formação e desenvolvimento dos atletas. Ao lado dos técnicos, eles fazem parte da rede de apoio dos jovens campeões e são responsáveis por aspectos fundamentais da sua jornada até o pódio. A influência […]

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Muito mais do que fiéis e apaixonados torcedores com presença constante em todas as arquibancadas, os pais desempenham um papel fundamental na formação e desenvolvimento dos atletas. Ao lado dos técnicos, eles fazem parte da rede de apoio dos jovens campeões e são responsáveis por aspectos fundamentais da sua jornada até o pódio. A influência dos pais na construção de um atleta foi tema de um encontro que reuniu pais e atletas do tênis do Recreio da Juventude, no dia 26 de junho. O bate-papo foi mediado pelo atleta olímpico e duplista de tênis Marcelo Demoliner e seu pai, Juliano Demoliner.  

Com a experiência de quem acompanha a carreira do filho desde o início, na infância, nos primeiros treinamentos nas quadras do RJ, Juliano apresentou alguns aspectos da relação pais e filhos e como a forma de agir dos pais pode influenciar (ou atrapalhar) na formação dos atletas. Ele destacou os principais aspectos que envolvem a formação de um atleta: físico, cognitivo, emocional e espiritual; e como os pais atuam como líderes e responsáveis por essa formação.   

Entre as maneiras de agir, ele destacou a importância da comunicação não violenta com as crianças. O conceito de comunicação não violenta está relacionado a uma forma de se relacionar e de superar os desafios que surgem nas relações, causados pela maneira que nos comunicamos, a partir de quatro componentes: observação, sentimentos, necessidades e pedidos.  

“Do contrário, a criança vai obedecer e ouvir, mas vai acumulando, até chegar o momento em que ela vai explodir e isso não é bom”, ensina.  

Quando se trata da prática esportiva, em que a relação vitórias e derrotas nem sempre é satisfatória, Juliano destacou a importância dos pais ensinarem os filhos a lidarem com as frustrações. Segundo ele, cada criança irá reagir de uma forma a uma derrota e é imprescindível que os pais respeitem o indivíduo e tenham sensibilidade para escolher as palavras certas na hora da conversa pós-derrota.  

“O acolhimento dos pais é importantíssimo e influencia diretamente na motivação dos atletas para o dia seguinte, para o próximo jogo”, afirma.  

Outro ponto a ser observado pelos pais, destacado por Juliano, é com relação à pressão depositada sobre os filhos, pelo rendimento, pelos resultados e pelas vitórias. O ideal, segundo ele, é não haver pressão nenhuma ou, se houver, que seja de forma controlada e que funcione como um incentivo.  

“Não transfiram os sonhos de vocês para os filhos, não joguem essa responsabilidade sobre eles, de conseguir o que vocês não conseguiram. Isso é um erro fatal, capaz de fazer perder um talento e um potencial atleta do futuro, que poderia ser um grande desportista”, ensinou.  

Apoio familiar que teve resultado nas quadras 

Juliano e Marcelo Demoliner participaram de bate-papo com pais e atletas do tênis do RJ

Marcelo Demoliner acompanhou o pai no bate-papo no clube e destacou o incentivo e apoio que sempre recebeu da família. Com carinho, lembrou uma frase de incentivo que o pai sempre repetiu: “o conhecimento ninguém te tira”, como forma de ensiná-lo sobre a importância de se dedicar aos treinamentos e buscar o aperfeiçoamento constante.  

Sem dúvida, o resultado do cuidado e atenção vindos da família apareceu nas quadras. Demoliner é um dos principais nomes do tênis brasileiro. Ele iniciou na modalidade no Recreio da Juventude. Aos 14 anos, deixou o clube para seguir na carreira internacional.  

Entre as conquistas de Marcelo de Demoliner, o ouro no Pan-Americano do Chile, em 2023, ao lado de Gustavo Heide

O tenista chegou ao 35º lugar do ranking de duplas da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), conquistando cinco títulos no circuito internacional, disputando 11 finais, sendo semifinalista nas duplas mistas dos grand slans – Australian Open e Wimbledon, na Inglaterra. Em 2021, o atleta formou a dupla número 1 do Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio. 

Em 2023, o tenista voltou a ser federado pelo Recreio da Juventude e passou a utiliza a marca do clube em seus uniformes.  

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Para a Geração Alpha, mais natureza e contato humano e menos telas  https://clubefy.fcinco.host/para-a-geracao-alpha-mais-natureza-e-contato-humano-e-menos-telas/ https://clubefy.fcinco.host/para-a-geracao-alpha-mais-natureza-e-contato-humano-e-menos-telas/#respond Thu, 20 Jun 2024 21:06:51 +0000 https://clubefy.fcinco.host?p=3653 Famílias e educadores estão enfrentando um novo desafio: compreender a primeira geração nascida totalmente no século XXI, entre 2010 e 2025, e que ao nascer já está exposta aos fenômenos cotidianos da era digital, tão inerentes aos indivíduos contemporâneos. Mas uma das certezas sobre a chamada Geração Alpha é a necessidade de reinvenção da educação. […]

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Famílias e educadores estão enfrentando um novo desafio: compreender a primeira geração nascida totalmente no século XXI, entre 2010 e 2025, e que ao nascer já está exposta aos fenômenos cotidianos da era digital, tão inerentes aos indivíduos contemporâneos. Mas uma das certezas sobre a chamada Geração Alpha é a necessidade de reinvenção da educação.  

Os Alpha são caracterizados pelas habilidades tecnológicas avançadas. Eles são considerados mais evoluídos e inteligentes, mas também são reconhecidos pelas dificuldades de aprendizagem, de atenção e de socialização, causados, essencialmente, pelo excesso de telas. Em meio à grande quantidade de informações a que são expostas, é comum essas crianças e adolescentes questionarem o papel da escola. Como têm a informação a um clique, ao alcance da mão, eles não veem sentido em ir para a escola.   

Em contraponto a isso, a pedagoga Simone Selbach, com 37 anos de experiência como professora e coordenadora pedagógica, aponta a escola como o espaço da conexão, de dar sentido a todo o conhecimento apreendido e de atuar como filtro para esse grande fluxo de informações. Para que isso aconteça, ela entende que os alunos precisam sair da sala de aula, praticar atividades físicas, ter contato com a natureza e novas experiências, voltarem a brincar e voltarem a ser crianças.   

“Não dá para ficar somente no aprendizado dos livros, temos que entender os conceitos e vivê-los. Os alunos precisam explorar o mundo e movimentar o corpo. A escola precisa ser um grande projeto de pesquisa, que explore múltiplas linguagens”, defende. 

Em paralelo, as escolas precisam oferecer espaços para o desenvolvimento emocional dos seus alunos. De acordo com a psicóloga Mariana Selbach Castilhos, a Geração Alpha é hiperdigitalizada, mas pouco social. É necessário e importante garantir um processo humanizador ao desenvolvimento dessas crianças e adolescentes.  

“O que eu sinto? Como eu ajo? Como eu lido com minhas dores, medos e tristezas? A escola precisa ter um espaço para trabalhar isso nos alunos”, afirma Mariana.  

Quanto às telas, o recomendado é mantê-los o mais longe possível de televisão, celulares, tablets, smartphones e computadores. Essa é uma das orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) relacionadas ao desenvolvimento em saúde das crianças.  

“Dos 0 aos 2 anos, o ideal é não expormos as crianças às telas. Via de regra, o olho e o cérebro dessa criança não estão preparados para o excesso de informação desses dispositivos”, explica Mariana. Segundo ela, o ideal, se for realmente necessária a exposição às telas, que seja feita por período curtos, em momentos diferentes, intercalados ao longo do dia, e sempre sob supervisão de um adulto, que monitore tudo o que a criança estiver vendo e com quem ela estiver interagindo.  

Aos pais, cabe a tarefa de estarem presentes e incentivarem os três A’s do desenvolvimento infantil: da autonomia, do “eu consigo fazer”; da autoria, do “eu consegui fazer, do eu que fiz”; da autoestima, “eu sei fazer, eu não preciso que você faça por mim”. Deixá-las fazer, do jeito delas, pequenas tarefas de casa, é uma boa forma de colocar isso em prática. Assim, os adultos estão dizendo para a criança que confiam nela, e se um adulto confia nela, a tendência é que elas confiem em si próprias também. Por consequência, teremos adolescentes fortalecidos para evitar abusos e repelir comportamentos inadequados que venham a sofrer, por exemplo.  

“O maior presente que se dá para alguém é a presença. As crianças precisam de um lar saudável, que as respeitem e validem, e em que haja qualidade no relacionamento familiar. Elas precisam se sentirem amadas para crescerem. As crianças precisam confiar nos adultos”, afirma Simone.   

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Lazer e encantamento preservam a saúde mental  https://clubefy.fcinco.host/lazer-e-encantamento-preservam-a-saude-mental/ https://clubefy.fcinco.host/lazer-e-encantamento-preservam-a-saude-mental/#respond Wed, 19 Jun 2024 17:20:48 +0000 https://clubefy.fcinco.host?p=3649 Dar uma pausa em tudo o que fazemos para um momento de repouso, descanso, ou simplesmente o dolce far niente nos permite escapar da rotina maçante e do excesso de atividades e de informações de cada dia. O lazer é uma válvula de escape muito poderosa para garantir uma vida mais plena e tranquila. Ele […]

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Dar uma pausa em tudo o que fazemos para um momento de repouso, descanso, ou simplesmente o dolce far niente nos permite escapar da rotina maçante e do excesso de atividades e de informações de cada dia. O lazer é uma válvula de escape muito poderosa para garantir uma vida mais plena e tranquila. Ele está intimamente ligado ao conceito de encantamento e os dois juntos, lazer e encantamento, atuam diretamente para a preservação da saúde mental.  

De acordo com os cientistas, o encantamento é a sensação de arrebatamento que sentimos quando nos deparamos com algo tão poderoso que é difícil de explicar. É um estado de atenção plena e apreciação pelas pequenas maravilhas da vida que, geralmente, passam despercebidas. Na saúde mental, o conceito de encantamento se refere à capacidade de encontrar beleza, maravilha e admiração no cotidiano, influenciando positivamente o bem-estar psicológico e emocional. Essa aptidão ajuda a combater a apatia e a indiferença, frequentemente associadas à depressão e à ansiedade.  

Os momentos de lazer são as oportunidades ideais para experimentar o encantamento que, por sua vez, enriquecem e intensificam as experiências desses instantes de folga, repouso e distração. As práticas para cultivar o encantamento são simples e, basicamente, requerem apenas uns instantes de dedicação. 

Passar um tempo em meio à natureza e observar suas maravilhas pode ser uma fonte poderosa de encantamento, que promove uma sensação de paz e admiração. Vale uma caminhada pelas áreas verdes do clube, colocar o pé na grama, respirar o ar puro com cheiro de verde e de terra, passear por um jardim e observar o leve bater de asas das borboletas ou se concentrar no canto dos pássaros.  

O encantamento também está ligado às práticas artísticas. Pintura, desenho, canto ou tocar um instrumento musical podem ajudar a expressar e cultivar sentimentos de encantamento e admiração, além de inspirar e maravilhar. A prática dessas atividades também é capaz de promover um importante e significativo sentimento de satisfação e realização pelas obras executadas. A relação encantamento e arte inclui ainda visitas a museus e exposições, para descobrir um novo viés da história ou admirar o novo jeito de ver o mundo de um jovem artista. 

Pesquisas científicas já comprovaram que o encantamento reduz a ansiedade, o estresse e a depressão. Variar as experiências de encantamento é ainda mais benéfico. Elas são bem pessoais e podem ser um dos métodos mais rápidos e poderosos de crescimento e mudança pessoal. As experiências de encantamento desaceleram a percepção do tempo das pessoas. Isso faz com que elas foquem nos momentos presentes, o que torna tudo ainda mais rico.  

Cultivar a relação entre momentos de lazer e encantamento leva as pessoas a uma vida mais plena, equilibrada e repleta de momentos significativos. O encantamento é uma ferramenta valiosa na promoção da saúde mental, oferecendo uma abordagem rica e significativa para a vida cotidiana. Adotar o encantamento é, portanto, não apenas uma forma de viver mais plenamente, mas também um caminho para uma saúde mental mais equilibrada e positiva. 

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Aprendizagem ativa é o novo caminho para as escolas   https://clubefy.fcinco.host/aprendizagem-ativa-novo-caminho-para-escolas/ https://clubefy.fcinco.host/aprendizagem-ativa-novo-caminho-para-escolas/#respond Mon, 27 May 2024 15:39:10 +0000 https://clubefy.fcinco.host?p=3631 Imagine uma sala de aula cheia de crianças sentadas em suas classes, ouvindo uma explicação do professor por quatro horas. Se você ficou entediado só de pensar, tem uma ideia de como é a rotina dos alunos que passam por isso todos os dias. Mas, felizmente, há sinais de mudança e evolução no processo de ensino, […]

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Imagine uma sala de aula cheia de crianças sentadas em suas classes, ouvindo uma explicação do professor por quatro horas. Se você ficou entediado só de pensar, tem uma ideia de como é a rotina dos alunos que passam por isso todos os dias. Mas, felizmente, há sinais de mudança e evolução no processo de ensino, de forma a deixar tudo mais atrativo e divertido. É a aprendizagem ativa, um novo caminho para as escolas.  

O conceito de aprendizagem ativa enfatiza o envolvimento direto dos alunos no processo de aprendizagem, promovendo uma participação mais dinâmica e colaborativa. É o oposto do modelo tradicional de ensino, em que os alunos apenas ouvem, ouvem e ouvem conteúdos transmitidos pelos professores. Na aprendizagem ativa, eles recebem todo o incentivo para explorar, questionar, discutir e aplicar conceitos. E são convidados a testar na prática, ou colocar em prática, o que estão aprendendo. O tempo todo.  

Imagine a mesma turma de alunos quando, em vez de só ouvirem o professor falar sobre energia eólica, puderem elaborar e colocar em funcionamento um projeto, aplicando conceitos de matemática, física e biologia? Ou em vez de só ouvirem o professor falar sobre a coagulação do sangue ou de que forma o metal oxida, puderem observar esses processos em um laboratório de biologia e de química? Certamente, o dia a dia na escola ficará bem mais desafiador, estimulante e atrativo, e eles serão alunos mais ativos e engajados com a própria aprendizagem.  

A necessidade e importância de buscar novas metodologias de ensino e sistemas escolares foi uma das conclusões de uma pesquisa realizada no Reino Unido. O estudo ouviu 640 crianças e jovens e apontou que 52% deles consideram que a escola tem um impacto negativo na sua saúde mental. Entre os fatores considerados como os responsáveis por isso estão o estresse, a preocupação e o medo que vivenciam, a carga horária, as regras e os relacionamentos. [1]  

As autoras do estudo sugerem que é hora de criar um sistema escolar que coloque as necessidades psicológicas dos alunos em primeiro lugar. Elas propõem que o foco de escolas, educadores, pais e responsáveis, deve ser em como as crianças e jovens são engajados e motivados a usufruírem da educação e terem amor pela aprendizagem.  

  “É hora de criar um sistema educacional que se adapte aos alunos do século 21, em vez de tentar fazer com que os alunos do século 21 se encaixem no sistema atual. É hora de ser inovador”, afirmou Sarah Sivers, uma das autoras do estudo.      

A aprendizagem ativa vai de encontro a tudo isso. Ela faz muito pelos alunos: melhora a retenção das informações e do conhecimento; desenvolve competências como comunicação, trabalho em equipe e pensamento crítico; os prepara efetivamente para o mundo real e para os desafios reais no ambiente profissional, por exemplo. Além disso, gera maior motivação e interesse nas crianças e jovens. As atividades interativas realizadas, geralmente em pequenos grupos, tornam o aprendizado mais interessante e motivador.  

Certamente, a adoção dela ainda é um desafio, que exige um planejamento minucioso e formação de professores. Os ambientes escolares também precisarão ser aptos a promover a colaboração e engajamento a uma nova abordagem pedagógica e deverão passar por uma reestruturação física. Mas tudo isso é um esforço que vale a pena. A aprendizagem ativa está se consolidando como a alternativa mais assertiva para uma nova educação.  

Com ela a escola deixará de ser uma obrigação e um momento estressante para as crianças e jovens e passará a ser o que realmente deve ser: um espaço de formação, desenvolvimento e, principalmente, experiências e vivências.  

[1] Report: Young peoples’ views on mental health: school is too much pressure (Pappola, Sivers, Hooper & Ahad, 2024)

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A energia que emana do Rei Roberto Carlos  https://clubefy.fcinco.host/energia-que-emana-do-rei-roberto-carlos/ https://clubefy.fcinco.host/energia-que-emana-do-rei-roberto-carlos/#respond Tue, 30 Apr 2024 19:35:43 +0000 https://clubefy.fcinco.host?p=3591 Cantor, referência, ídolo, mito. Roberto Carlos passou por todos esses estágios que um artista pode atingir ao longo da carreira. E razões para tal feito – que, diga-se, é para poucos – não faltam. Ele emana uma energia positiva que movem o público para a devoção a sua imagem.   O que falar de Roberto Carlos, […]

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Cantor, referência, ídolo, mito. Roberto Carlos passou por todos esses estágios que um artista pode atingir ao longo da carreira. E razões para tal feito – que, diga-se, é para poucos – não faltam. Ele emana uma energia positiva que movem o público para a devoção a sua imagem.  

O que falar de Roberto Carlos, se quase tudo já foi dito? Com mais de 60 anos de carreira, ele ultrapassou o status de ícone da música brasileira. Para muitos é considerado uma lenda viva nacional. Dono de uma voz inconfundível e de um estilo único, é uma figura carismática, romântica e gentil. Também é conhecido pela sua generosidade e envolvimento com causas filantrópicas, o que só fortalece a imagem empática e de homem de bem.   

O “Rei”, como é conhecido, tem uma relação muito próxima com o seu público. Sempre fiéis, seus fãs o seguem com devoção, lotam seus shows e corroboram o status de lenda viva. Principalmente as mulheres, as mais velhas sim, embora as mais jovens não ousem criticá-lo ou desdenhá-lo. Como resistir ao encanto de uma música romântica, cantada por uma figura que emana romantismo, como Roberto Carlos? E se for ao vivo, em um show, é possível que elas ainda ganhem uma rosa vermelha, selada com um beijo carinhoso do ídolo.  

Musicalmente falando, além de cantor, o “Rei” se destacou como compositor. Ele compôs muitas de suas músicas e a de outros artistas. Eu te amo, te amo, te amo; Jesus Cristo e Como é grande o meu amor por você – esta, a mais famosa de todas e considerada uma das músicas mais bonitas já compostas no Brasil – são apenas algumas delas. Todas as letras de Roberto Carlos demonstram a sua capacidade incomparável de evocar emoções e de expressá-las de uma maneira totalmente autêntica.  

Por tudo isso, o lugar de Roberto Carlos na história cultural do país é absolutamente inegável e, certamente, eterno.  

Especial Roberto Carlos no Terça Cult  

E é com um super Especial Roberto Carlos que o Recreio da Juventude irá homenagear o Dia das Mães. Dan Ferretti, Bruna Balbinot e Ana Ballardin sobem ao palco do clube para apresentar uma amostra de tudo o que Roberto Carlos representa em um tributo especialmente produzido para as mães.  

O evento seria realizado em maio, mas foi transferido para o dia 4 de junho, em respeito ao momento vivido pelo Rio Grande do Sul, com parte dos seus municípios destruídos pela chuva e das suas populações desabrigadas.

‌‌Programe-se  

Terça Cult – Especial Roberto Carlos – Uma homenagem ao Dia das Mães  

Data: 4 de junho  

Horário: 20h  

Local: Sede Social   

Ingressos: à venda pelo aplicativo e nas secretarias das sedes Juventude e Guarany. 

Há um lote de ingressos cortesia para as primeiras mães. Escolha a opção CORTESIA PARA MÃES para a retirada.  

Para os demais convidados, o valor é R$ 7.   

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Pratique exercícios na adolescência e tenha bem-estar mental na vida adulta  https://clubefy.fcinco.host/exercicios-adolescencia-bem-estar-mental/ https://clubefy.fcinco.host/exercicios-adolescencia-bem-estar-mental/#comments Fri, 26 Apr 2024 18:43:21 +0000 https://clubefy.fcinco.host?p=3578 Ser ou não ser fisicamente ativo na adolescência irá afetar o estado de espírito ao longo da vida. É o que afirma a segunda edição do State of Mind, estudo realizado pela ASICS – marca de produtos esportivos – divulgada no início de abril. A pesquisa reforça a ligação positiva entre atividade física e bem-estar […]

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Ser ou não ser fisicamente ativo na adolescência irá afetar o estado de espírito ao longo da vida. É o que afirma a segunda edição do State of Mind, estudo realizado pela ASICS – marca de produtos esportivos – divulgada no início de abril. A pesquisa reforça a ligação positiva entre atividade física e bem-estar mental. 

Os resultados são baseados nas respostas de mais de 26 mil pessoas, de 22 países – no Brasil, foram 1000 participantes – entrevistadas no fim de 2023. O estudo indicou que quanto mais ativas as pessoas estiverem, maiores são suas pontuações em bem-estar mental. O score é baseado em 10 traços cognitivos e emocionais: positivo, confiante, composto, resiliente, relaxado, concentrado, calmo, alerta e energizado.  

Os hábitos adquiridos entre os 15 e os 17 anos são fundamentais para estabelecer uma rotina de exercícios para toda a vida, com impacto positivo na saúde mental. Os dados do Brasil indicam que, aqueles que praticaram exercícios físicos regularmente nessa idade, apresentaram pontuações mais altas de estado mental quando adultos, de 65/100, contra 55/100 daqueles que não praticaram. 

Quem abandonou a atividade física antes dos 15 anos, se mostrou 13% menos sereno, 9% menos contente e 7% menos resiliente quando adultos, se comparados com aqueles que mantiveram uma rotina de exercícios entre os 15 e os 17 anos.  

O estudo apontou que, para cada ano adicional que os adolescentes permaneceram engajados em exercícios, havia uma melhora no estado de espírito na idade adulta. A pontuação do estado mental passou de 56/100, nos 15 anos, para 61/100 entre os 20 e 22 anos.  

O estudo considerou como regularmente ativos quem pratica 150 minutos ou mais de atividade física por semana, bastante ativos quem faz de 30 a 149 minutos de exercícios por semana e inativo aqueles que fazem menos de 30 minutos por semana. De forma global, a pesquisa descobriu que as pessoas ativas se sentem 30% mais energizadas, 21% mais confiantes, 19% mais concentradas e 23% mais relaxadas. 

Por fim, a pesquisa mostrou que leva apenas 15 minutos e nove segundos para que a pessoa comece a alcançar uma mudança mental positiva com o exercício. Certamente, é um tempo bem curto para o tanto de benefícios que as atividades irão proporcionar.  

Clique aqui e acesse o estudo completo 

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Inovação na educação além da tecnologia  https://clubefy.fcinco.host/inovacao-na-educacao-alem-da-tecnologia/ https://clubefy.fcinco.host/inovacao-na-educacao-alem-da-tecnologia/#respond Fri, 26 Apr 2024 13:36:57 +0000 https://clubefy.fcinco.host?p=3556 Quando falamos em inovação, em qualquer área, a primeira coisa que vem à mente são grandes investimentos em tecnologia e softwares. Mas na educação, a relação com a inovação pode se dar de um jeito um pouco mais simples, e por que não dizer, divertido.   Na verdade, a inovação na educação pode considerar qualquer melhoria, […]

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Quando falamos em inovação, em qualquer área, a primeira coisa que vem à mente são grandes investimentos em tecnologia e softwares. Mas na educação, a relação com a inovação pode se dar de um jeito um pouco mais simples, e por que não dizer, divertido.  

Na verdade, a inovação na educação pode considerar qualquer melhoria, em produtos, serviços e processos. Nos últimos anos, países de diferentes partes do mundo têm voltado seus esforços para oferecer ambientes educacionais menos formais, focar na formação dos professores e na aprendizagem centrada no aluno e na personalização do aprendizado. Claro, há também forte presença de tecnologias – realidade virtual e inteligência artificial, principalmente – mas não é só isso.  

O Recreio da Juventude, por exemplo, está seguindo essa linha de mais experiência e diversão e protagonismo do aluno em seus projetos educacionais. De forma geral, as iniciativas do clube vão além da parte técnica e tecnológica, mas trabalham também a parte cognitiva, criativa, social e sensorial. 

No Recreio LAB, que entrou em funcionamento em fevereiro deste ano, os alunos aprendem enquanto se divertem e têm novas experiências. O método de ensino é baseado em laboratórios de aprendizagem, que são espaços educativos bilíngues, interdisciplinares e estruturados por projetos e resolução de problemas, de forma a agregar interatividade no ambiente educacional e promover o protagonismo e a criticidade à criança e ao jovem.  

Alunos “em ação” no Recreio LAB. Aulas de ciências e artes têm mais experiência e diversão. Crédito: Liandra Ravison

Todas as atividades do LAB são realizadas em inglês, sempre respeitando o nível inicial de conhecimento de cada aluno e garantindo a evolução natural no domínio do idioma.

O esporte também tem uma parcela – importantíssima, por sinal – nesse processo de formação de novos modelos educacionais. No Núcleo de Aprendizagem Esportiva (NAE) do RJ, crianças de três a oito anos são estimuladas em suas habilidades físicas, intelectuais, emocionais. O trabalho é focado no desenvolvimento de uma base motora ampla e rica e no direcionamento correto para esportes específicos. Ou seja, é feito todo um acompanhamento dos estágios motor das crianças, considerando movimentos como equilíbrio, agarrar, correr, escalar, rastejar e arremessar. Tudo por meio de brincadeiras, jogos e atividades lúdicas, que estimulam a imaginação, a concentração, a socialização, a liderança, entre outros aspectos.  

Pesquisas recentes apontam que esse pode ser o caminho para a educação ser mais efetiva e atrativa. Um estudo da empresa Play Pesquisa, encomendado pelo Grupo Leonora, apontou que, 82% das crianças gostam mais de peças de montar e 78% das meninas preferem desenhos, pinturas e trabalhos manuais. A pesquisa indicou ainda que 79% das crianças buscam experiências divertidas em tudo o que fazem e 65% cobram diversão dos produtos que consomem. Ou seja, para as crianças, tudo vai muito além de consumir um produto; elas querem mesmo consumir diversão. Na escola e em qualquer outro lugar.

Fontes: https://www.mundodomarketing.com.br/geracao-alpha-anseia-por-experiencia-e-diversao-ao-inves-de-posse/ e https://fastcompanybrasil.com/impacto/quando-a-educacao-encontra-a-inovacao/

 

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