foxiz-core domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home2/fcincoho/clubefy/wp-includes/functions.php on line 6131O post Superando limites: o que podemos aprender com a prática esportiva acima dos 80 anos apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>A prática esportiva é frequentemente associada à juventude e ao vigor físico, mas um movimento crescente está desafiando esses paradigmas. Atletas com mais de 80 anos, uma faixa etária que muitos considerariam incompatível com a prática esportiva competitiva, estão provando que é possível aliar longevidade, saúde e alta performance.
Esse fenômeno ganhou um capítulo histórico recentemente, durante o Campeonato Brasileiro de Basquete Master em Caxias do Sul. A estreia da categoria 85+ foi um marco emocionante. A partida, realizada na Arena Recreio, do Clube Recreio da Juventude, contou com a presença de 14 atletas de diferentes estados do Brasil, todos com mais de 85 anos de idade. O jogo não apenas celebrou o esporte, mas também simbolizou superação, respeito e a força de vontade dos participantes.
O esporte na terceira idade vai muito além do condicionamento físico; ele promove interação social, bem-estar emocional e uma melhor qualidade de vida. Estudos indicam que a prática regular de esportes em idades avançadas reduz riscos de doenças crônicas, melhora o equilíbrio e a mobilidade, e até contribui para a saúde mental, retardando processos de perda cognitiva.
Ritmo, estratégia e trabalho em equipe são habilidades cruciais em esportes como o basquete e servem como uma forma de manter o cérebro ativo e resiliente. A partida na categoria 85+ foi um verdadeiro espetáculo de superação. Mais do que um evento esportivo, ela se tornou um símbolo de que nunca é tarde para se desafiar. Entre passes, arremessos e defesas, os atletas mostraram que a paixão pelo esporte não tem idade. Como telespectadora foi emocionante ver a determinação e a alegria deles em quadra. Cada ponto marcado era uma vitória pessoal e coletiva, um exemplo de que o esporte transcende limitações físicas e temporais.
Histórias como essa, e como tantas outras, têm o poder de inspirar. Elas mostram que o esporte é uma linguagem universal, capaz de conectar gerações e culturas. Para os mais jovens, esses atletas são lembretes vivos de que a longevidade ativa é possível. Para os mais velhos, eles são a prova de que nunca é tarde para começar — ou continuar — um caminho no esporte.
Momentos como esse, são um convite à reflexão sobre como encaramos a idade e o envelhecimento. A prática esportiva na terceira idade não é apenas uma atividade; é um manifesto pela vida, pela saúde e pelo direito de continuar sonhando, competindo e vencendo, dentro e fora das quadras. Que o exemplo desses atletas seja uma inspiração para todos nós: que possamos viver a vida com a intensidade de um jogo bem disputado, sempre em busca de superação.
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]]>Há quem defenda que os esportes praticados devem ser incluídos no currículo profissional. O entendimento é que os “colaboradores atletas” são mais disciplinados e persistentes, além de terem melhor saúde física e mental, e isso pode ser um diferencial e contar pontos importantes nos processos seletivos. De fato, o esporte desempenha um papel crucial na melhora do desempenho no trabalho, de várias maneiras.
A prática regular de atividades físicas fortalece o corpo e a mente. Há aumento dos níveis de energia e redução do estresse, o que pode resultar em maior capacidade de concentração e foco durante os horários de trabalho. Como atua diretamente na prevenção de doenças, o esporte também é um importante fator para garantir a produtividade e a disposição, e reduzir as faltas e afastamentos por problemas de saúde.
Colaboradores de todos os níveis hierárquicos podem ainda adotar e aplicar os valores e atributos do esporte na vida corporativa. A disciplina necessária, por exemplo, para manter a rotina esportiva irá refletir nas habilidades essenciais para uma rotina de trabalho eficiente; a mesma gestão de tempo, persistência e equilíbrio exigidos para o esporte são igualmente importantes no ambiente profissional, e se traduzem em mais oportunidades e objetivos atingidos. Da mesma forma, as derrotas, falhas e erros cometidos no esporte, se refletem em flexibilidade, resiliência e determinação para o trabalho.
Confira o relato de profissionais atletas que mantêm uma rotina de treinos e sentem os reflexos disso na sua qualidade de vida e na produtividade no trabalho:

“O exercício físico leva para o trabalho uma qualidade extraordinária de vida”
O auxiliar de higienização Carlos Augusto Leite de Oliveira descobriu a corrida de rua e a maratona há pelo menos 18 anos. Antes praticante de futebol, ele nunca abandonou as atividades físicas e sempre teve consciência da importância delas para a qualidade de vida das pessoas.
Atualmente, a sua rotina de treinos inclui 10 km de corrida duas vezes por semana. Nos próximos dias, os treinamentos devem se intensificar, visando a participação na Meia Maratona de Porto Alegre, no fim de setembro. No ano passado, ele foi o campeão na categoria Masculino 70+ da Meia Maratona de Caxias do Sul.
Seu Carlos qualifica o exercício físico como “milagre” e “remédio para a vida”. E com facilidade, ele lista os motivos para tanto: o esporte promove mais qualidade de sono, menos cansaço, melhora o preparo físico e mental, exige alimentação controlada e repouso, inibe o consumo de álcool; deixa as pessoas menos angustiadas e mais animadas; e faz com que elas cheguem no trabalho mais tranquilas e otimistas.
“O exercício inibe coisas ruins na vida e leva para o trabalho uma qualidade extraordinária de vida. Melhora tudo. Eu faço o exercício de manhã, trabalho oito horas e chego em casa na boa, como se não tivesse trabalhado, sem problemas e com bom humor. O exercício rotineiro deixa a pessoa com bom humor. Isso é útil para a vida, para a família e para o trabalho”, ensina.

“Eu aconselho a prática de atividade física para todo mundo”
Quem conhece o supervisor de Portaria Leandro Flores não imagina que em algum momento da sua vida ele se considerou “depressivo”. Mas isso foi antes do esporte. Sempre animado, falante e com uma piada pronta para engatar uma conversa, ele credita à prática de atividades físicas a mudança em seu estado mental e na sua disposição para a vida e para o trabalho.
Há 10 anos treinando em academias, começou a competir pela modalidade de powerlifting, ou levantamento de peso, há um ano e meio. Sua rotina de treinos é de 1h a 1h30min por dia, de segunda a sexta. Em épocas de competição, ele amplia a carga horária e estende as atividades para os sábados também. No ano passado, Leandro foi campeão brasileiro de powerlifting GPA/IPO ao levantar 260 Kg, o novo recorde brasileiro.
Antes de iniciar a sua rotina de treinos e musculação, Leandro diz que se sentia ofegante após uma simples caminhada. Hoje, nem pensa em parar, tamanha a diferença que percebeu em sua qualidade de vida e na disposição para o trabalho.
“O esporte interfere muito na minha rotina de trabalho, positivamente. Eu chego com o astral lá em cima, com bastante disposição para fazer o que precisa.”
A prática de atividade física é o primeiro conselho que dá para todos com quem convive, ressaltando sempre os benefícios que ela trará a longo prazo também.
“Eu aconselho atividade física para todo mundo, para ver a mudança na qualidade de vida. Com certeza fará a diferença quando a pessoa tiver mais idade. É essencial para a nossa vida. Se todo mundo tirasse um tempo para si, para fazer uma atividade física, nós teríamos um outro mundo hoje, bem melhor.”

“O esporte me ajuda a ter foco, disciplina e resiliência”
Um dos maiores desafios profissionais da vida da supervisora de DHO Luciana Barro aconteceu em meio ao ciclo de preparação para uma maratona. A rotina de treinos para a prova acabou desempenhando também um papel fundamental para que ela lidasse com o estresse e a pressão do momento no trabalho, impactando no seu processo de aprendizado, inteligência emocional e resiliência.
Luciana nunca foi uma pessoa sedentária. Quando criança, fez ballet e natação; na adolescência, basquete e academia. Agora, na vida adulta, optou por três modalidades: corrida, bicicleta e natação. A rotina de treinos é intensa: de duas a três vezes por semana, duas vezes por dia. Aos fins de semana, são mais de 20 quilômetros de corrida e de 40 a 60 km de bicicleta.
Ao longo do tempo como atleta, acabou assimilando as lições sobre a vida ensinadas pelo esporte, e tudo o que ele pode fazer pelo seu dia a dia como profissional.
“O esporte me ajuda a ter foco, disciplina, resiliência e a entender a importância de cada tijolo para a construção da casa. Valorizo a jornada. Ser esportista é um estilo de vida e com ele vem o cuidado com a alimentação, com o consumo de álcool e a convivência com pessoas praticantes de esporte. Tenho muito mais energia e adoeço muito menos.”
Benefícios da atividade física regular
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]]>Muito mais do que fiéis e apaixonados torcedores com presença constante em todas as arquibancadas, os pais desempenham um papel fundamental na formação e desenvolvimento dos atletas. Ao lado dos técnicos, eles fazem parte da rede de apoio dos jovens campeões e são responsáveis por aspectos fundamentais da sua jornada até o pódio. A influência dos pais na construção de um atleta foi tema de um encontro que reuniu pais e atletas do tênis do Recreio da Juventude, no dia 26 de junho. O bate-papo foi mediado pelo atleta olímpico e duplista de tênis Marcelo Demoliner e seu pai, Juliano Demoliner.
Com a experiência de quem acompanha a carreira do filho desde o início, na infância, nos primeiros treinamentos nas quadras do RJ, Juliano apresentou alguns aspectos da relação pais e filhos e como a forma de agir dos pais pode influenciar (ou atrapalhar) na formação dos atletas. Ele destacou os principais aspectos que envolvem a formação de um atleta: físico, cognitivo, emocional e espiritual; e como os pais atuam como líderes e responsáveis por essa formação.
Entre as maneiras de agir, ele destacou a importância da comunicação não violenta com as crianças. O conceito de comunicação não violenta está relacionado a uma forma de se relacionar e de superar os desafios que surgem nas relações, causados pela maneira que nos comunicamos, a partir de quatro componentes: observação, sentimentos, necessidades e pedidos.
“Do contrário, a criança vai obedecer e ouvir, mas vai acumulando, até chegar o momento em que ela vai explodir e isso não é bom”, ensina.
Quando se trata da prática esportiva, em que a relação vitórias e derrotas nem sempre é satisfatória, Juliano destacou a importância dos pais ensinarem os filhos a lidarem com as frustrações. Segundo ele, cada criança irá reagir de uma forma a uma derrota e é imprescindível que os pais respeitem o indivíduo e tenham sensibilidade para escolher as palavras certas na hora da conversa pós-derrota.
“O acolhimento dos pais é importantíssimo e influencia diretamente na motivação dos atletas para o dia seguinte, para o próximo jogo”, afirma.
Outro ponto a ser observado pelos pais, destacado por Juliano, é com relação à pressão depositada sobre os filhos, pelo rendimento, pelos resultados e pelas vitórias. O ideal, segundo ele, é não haver pressão nenhuma ou, se houver, que seja de forma controlada e que funcione como um incentivo.
“Não transfiram os sonhos de vocês para os filhos, não joguem essa responsabilidade sobre eles, de conseguir o que vocês não conseguiram. Isso é um erro fatal, capaz de fazer perder um talento e um potencial atleta do futuro, que poderia ser um grande desportista”, ensinou.
Apoio familiar que teve resultado nas quadras

Marcelo Demoliner acompanhou o pai no bate-papo no clube e destacou o incentivo e apoio que sempre recebeu da família. Com carinho, lembrou uma frase de incentivo que o pai sempre repetiu: “o conhecimento ninguém te tira”, como forma de ensiná-lo sobre a importância de se dedicar aos treinamentos e buscar o aperfeiçoamento constante.
Sem dúvida, o resultado do cuidado e atenção vindos da família apareceu nas quadras. Demoliner é um dos principais nomes do tênis brasileiro. Ele iniciou na modalidade no Recreio da Juventude. Aos 14 anos, deixou o clube para seguir na carreira internacional.

O tenista chegou ao 35º lugar do ranking de duplas da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), conquistando cinco títulos no circuito internacional, disputando 11 finais, sendo semifinalista nas duplas mistas dos grand slans – Australian Open e Wimbledon, na Inglaterra. Em 2021, o atleta formou a dupla número 1 do Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio.
Em 2023, o tenista voltou a ser federado pelo Recreio da Juventude e passou a utiliza a marca do clube em seus uniformes.
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]]>O post Os atributos do esporte e a construção de marcas apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>Os valores e princípios do esporte fazem referência à amizade, respeito, excelência, determinação, coragem, igualdade e inspiração. Esses atributos ajudam a definir e a explicar porque o esporte desempenha um papel tão importante na sociedade, não apenas em termos de saúde e bem-estar, mas em questões culturais e sociais e, mais recentemente, de negócios. Empresas de diferentes segmentos têm se dado conta de que esses valores, atrelados a uma marca, podem ser decisivos para a construção de reputação e para o impulsionamento dos negócios.
Quando falamos da construção de marcas por meio dos atributos do esporte não nos referimos à simples contratação de um garoto ou garota-propaganda para posar em um anúncio de revista com o produto na mão, a camiseta da empresa e um sorriso estampado no rosto. A questão vai muito além. Envolve a união de ideais, propósitos e formas de agir, e de se aproveitar do esporte para comunicar tudo isso.
Imagine um atleta que tem uma imagem de responsabilidade, disciplina, foco e busca de performance e resultados. E uma empresa que investe nesses valores como vitais para seus negócios. A conexão entre os dois pode ser muito eficaz para influenciar as decisões de compra e os comportamentos dos consumidores. Essa ligação tem acontecido de diferentes formas: a presença do atleta na empresa, a interação com colaboradores e clientes; e a apresentação de cases, relacionando suas conquistas, resultados e trajetórias, com os ideais do negócio.
A interação esporte e empresas/construção de marcas pode acontecer em âmbito nacional, com grandes estrelas do esporte nacional, por exemplo, ou em âmbito local, envolvendo clube e entidades esportivas, que são representativas para as comunidades nas quais estão inseridas.
As empresas podem ainda se aproveitar da capacidade do esporte de atrair e reter a atenção do público. Ao contrário de outras atrações, no esporte a tendência é que o público fique focado e atento ao que está acontecendo no jogo. Não há a dispersão característica de outras atividades, principalmente para as redes sociais. Outro fator a se considerar é o envolvimento emocional que o esporte promove; a paixão e a fidelidade das torcidas que movimenta e mantém toda uma gama de ações.
Certamente, exemplos ruins de más reputações de atletas e equipes esportivas existem. Felizmente, por outro lado, há uma profissionalização no mercado para esse trabalho de aproximação entre empresas e esporte, garantindo a segregação do que é bom e do que é ruim e os bons resultados para os dois lados.
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]]>O post Como o apoio ao esporte pode impactar nas ações de ESG apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>Ao investir no esporte por meio da doação de Imposto de Renda ou ICMS, as empresas poderão promover ações com o público de forma a apresentá-la como socialmente consciente, sustentável e corretamente gerenciada, gerando visibilidade e reconhecimento para a marca de uma forma bem positiva. Essas ações vão de encontro ao conceito de ESG, a nova tendência corporativa, adotada por empresas de todo o mundo.
ESG significa, em inglês, Ambiental, Social e Governança, ou Environmental, Social and Governance. Basicamente é um conjunto de práticas e princípios que demonstra o quanto a empresa está buscando minimizar seus impactos no meio ambiente, manter os melhores processos de administração e construir um mundo mais justo e responsável, visando à relação com as pessoas a sua volta. Ela reflete uma mudança de mentalidade, na qual o foco das corporações mudou da busca pelo lucro para a promoção do bem-estar social, para a proteção ambiental e para a transparência nos negócios.
O apoio ao esporte pode impactar diretamente nas ações de ESG das empresas. Uma empresa sustentável poderá educar o torcedor para o descarte correto do lixo e a promoção do uso de copos colecionáveis para diminuir o consumo de plástico, por exemplo. Além disso, as empresas podem direcionar seus esforços para apoiar clubes e entidades esportivas que tenham programas de preservação ambiental e de eficiência energética.
Na área social, as empresas poderão atuar com possibilidades reais de descoberta de novos talentos e na formação de cidadãos. Por meio da doação de impostos, por exemplo, poderão apoiar a inserção de crianças e jovens em programas sociais, educativos e de formação de atletas. A doação de impostos também reflete diretamente na promoção e incentivo ao esporte paralímpico e à igualdade de gênero no esporte.
Por fim, as empresas com boas práticas de gestão poderão comunicar a transparência financeira dos projetos incentivados para a comunidade e empresas patrocinadoras. E com as ações direcionadas para projetos organizados e estruturados, as empresas poderão elaborar um planejamento estratégico mais completo, organizando e executando ações de forma mais assertiva.
Doação de impostos
Todo o processo para a doação dos impostos é simples e fácil. Entenda mais:
O que é a Lei de Incentivo ao Esporte?
A Lei de Incentivo ao Esporte – Lei 11.438/2006 – permite que empresas e pessoas físicas invistam parte do que pagariam de Imposto de Renda em projetos esportivos aprovados pelo Ministério do Esporte.
Quem pode doar?
Empresas tributadas pelo lucro real podem destinar até 2% do Imposto de Renda devido.
Pessoas físicas que fazem a declaração completa do IR podem destinar até 7% do seu imposto.
Qual o custo da doação para a empresa?
Nenhum. Não há custo financeiro para a empresa fazer a destinação do Imposto de Renda.
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]]>O post As muitas vivências trabalhadas pela prática esportiva apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>A prática esportiva é uma experiência bem integrada e ordenada, distinta e marcante, dotada de características variadas. [1] Em função dos objetivos propostos e dos meios disponíveis, determinam-se as condições de direcionamento, do planejamento e da aplicação das aulas e das atividades. Assim, é possivel promover muitas e diversas vivências com a prática de esportes.
Os esportes coletivos, principalmente os que exigem colaboração – como futebol, basquete e vôlei – ensinam aos alunos a trabalhar em equipe. E essa é uma característica que deve ser desenvolvida desde cedo. Muito valorizada no mercado de trabalho, é considerada importante na vida adulta.
A liderança também é uma característica trabalhada nos jogos coletivos. Na prática esportiva, os alunos aprendem a receber sugestões e a compartilhar experiências, as características de um bom líder.
As atividades esportivas ressaltam a disciplina e o comprometimento. Os alunos se sentem encorajados a participar das atividades e a treinar para desenvolver habilidades de pensar em conjunto, despertando o senso de responsabilidade do dia a dia.
As atividades físicas devem ser aplicadas e multiplicadas com o objetivo de mostrar o conceito do esporte como um fator educacional e de desenvolvimento humano, sendo um fator fundamental para o desenvolvimento integral das crianças e adolescentes, capacitando-os a lidarem com suas necessidades, desejos e expectativas. Neste processo, os alunos adquirem e aprimoram habilidades esportivas, sociais, cognitivas, afetivas e comunicativas.
Há exercícios que trabalham a lateralidade, a flexibilidade, a agilidade, a coordenação, a força muscular, a resistência cardiorrespiratória, o equilíbrio e os movimentos finos.
Além disso tudo, a prática esportiva libera serotonina e dopamina, substâncias responsáveis por aumentar a sensação de bem-estar, relaxamento e felicidade geral.
[1] DEWEY, John. 1974. Textos Selecionados. Coleção Os Pensadores. São Paulo: Ed. Abril.
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]]>O post A relação direta entre esporte e felicidade apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>Sim, há uma relação direta entre esporte e felicidade. E isso foi ratificado por milhares de atletas de todo o Brasil. Pesquisa realizada pela Ticket Sports e Netshoes, divulgada em novembro de 2023, ouviu mais de 9 mil pessoas e mapeou a relação sentimental com a prática esportiva, que vai muito além da ciência por trás da sensação de bem-estar causada pela endorfina, após a prática de exercícios.
Entre os esportes mais praticados apontados pela pesquisa, destaque para as corridas médias, de 7K a 15K; corridas curtas, de 3K a 6K; e a meia maratona, de 21K. Há também interesse por esportes que envolvem o ciclismo, como o MTB e o triathlon.
Quando perguntados se acreditam que o esporte tem um papel importante para a própria felicidade, 97,2% dos entrevistados foram enfáticos ao responder que sim. E isso pode estar diretamente relacionado ao senso de propósito na vida, inerente ao ser humano, e associado à prática regular de atividade física. Quanto mais forte o senso de propósito na vida, mais ativas as pessoas são, e quanto mais ativas elas são, mais propósito têm.
E sobre a contribuição do esporte para a própria felicidade, 69% dos atletas que responderam à pesquisa indicaram que ele contribui muito. Esse dado é revelador sobre como a prática de exercícios físicos funciona para a prevenção de doenças mentais e para o combate à ansiedade e à depressão, por exemplo. Os principais motivos que fazem com que o esporte traga felicidade para a vida das pessoas, apontados pelos entrevistados, foram a promoção da saúde física e bem-estar – para 68,8% dos atletas – e a promoção da saúde mental e a melhora da autoestima – para 64%.
Estudos da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que pessoas moderadamente ativas têm menos probabilidade de serem afetadas por transtornos mentais. Pessoas sedentárias costumam ter problemas com a autoestima e a autoimagem, além de depressão, ansiedade, aumento de estresse e maior risco de desenvolver Alzheimer e Parkinson.
A pesquisa também avaliou a percepção dos atletas sobre os eventos esportivos. 91,2% dos entrevistados afirmaram que eventos esportivos trazem felicidade. Para 79,1%, os eventos esportivos são os momentos mais felizes da rotina e são encarados como grandes festas e momentos de realização, união e celebração. Para 71,8%, a superação pessoal, e para 38,2%, a emoção da largada/chegada, são os elementos que as deixam mais felizes em um evento esportivo.
E para 91,1% dos entrevistados, as pessoas que praticam esporte são, sim, mais felizes. E para 83%, o dia em que elas praticam esporte é, sim, um dia mais feliz.
Clique aqui e acesse a pesquisa completa.
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]]>O post O treino de força para crianças e adolescentes apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>O treino de força para crianças e adolescentes oferece uma gama significativa de benefícios para o desenvolvimento físico e mental. Primeiramente, contribui para o crescimento saudável dos ossos, promovendo a densidade óssea e prevenindo futuras complicações. Além disso, fortalece os músculos, proporcionando melhor estabilidade e postura.
Ao praticar exercícios de resistência, as crianças desenvolvem habilidades motoras, coordenação e equilíbrio, aspectos cruciais para um desenvolvimento físico completo. Esse tipo de treino também auxilia na prevenção de lesões esportivas, ao promover músculos mais resistentes e articulações mais estáveis.
Treinar força na adolescência apresenta uma justificativa fisiológica sólida, pois nessa fase ocorre um aumento significativo na produção de hormônios, como testosterona e hormônio do crescimento, que favorecem o desenvolvimento muscular e ósseo.
A nível psicológico, o treino de força contribui para a autoestima e confiança, à medida que as crianças observam melhorias em suas capacidades físicas. Além disso, pode ser uma ferramenta eficaz no combate ao sedentarismo, promovendo hábitos saudáveis desde cedo.
É crucial ressaltar que a supervisão adequada e a adaptação dos exercícios à faixa etária são essenciais. O treinamento de força para crianças e adolescentes deve ser lúdico e seguro, garantindo uma abordagem gradual e respeitando os limites individuais de cada jovem.
Em suma, o treino de força na juventude não apenas constrói bases sólidas para a saúde física, mas também molda uma mentalidade positiva em relação ao exercício, promovendo um estilo de vida ativo e duradouro.
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]]>O post Observe como seu filho vira cambalhota apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>O nível de desenvolvimento motor das crianças pode ser observado nas brincadeiras do dia a dia. Quando falamos em habilidade de estabilização em crianças, por exemplo, a primeira coisa que nos vem à cabeça é o equilíbrio, o ficar em um pé só, o plantar bananeira. Mas temos também o rolamento, a famosa cambalhota. Todo mundo sabe virar cambalhota, né? Não, nem todo mundo sabe virar cambalhota.
Cada um tem um jeito de virar cambalhota. Mas o que a gente mais percebe e pode ser perigoso para as crianças é o virar a cambalhota fazendo o apoio corporal apenas sobre a cabeça. No estágio elementar, as crianças suportam o peso corporal totalmente na cabeça. A ideia é que elas completem o rolamento sem encostar a cabeça no chão e consigam completar mais de um rolamento na sequência. Isso vamos conseguir no estágio maduro, por volta dos 8 aos 9 anos de idade, dependendo do estímulo que essa criança vai receber.
E como fazemos para chegar no estágio maduro de desenvolvimento? A primeira coisa é entender se a criança consegue firmar bem as mãos, se tem um lado que ela consegue apoiar melhor no chão. Tentamos deixar o mais simétrico possível. Depois vamos para a impulsão, conseguir fazer o movimento de impulsão com os pés e as pernas. Para isso, utilizamos uma rampa inclinada, favorecendo o rolamento da criança, ou uma base superior onde ela vai colocar os pés e apoiar as suas mãos no chão, facilitando assim a impulsão.
É importantíssimo lembrar que, ao executar o rolamento, para não ter nenhum problema na coluna cervical, é preciso que a criança esteja com o queixo colado no peito. Iniciamos da seguinte maneira: faz o sapinho, mão firme no chão, queixo no peito, olha para o bumbum e executa o rolamento.
A prática de atividades físicas é imprescindível em todas as etapas da vida. Na infância, ela faz toda a diferença para o bom desenvolvimento da criança. Estas atividades devem ser em forma de brincadeiras, as quais irão impactar diretamente no fortalecimento dos ossos, músculos e articulações; na melhora da postura e equilíbrio; no aumento da autoestima; na redução de quadros de obesidade e depressão; na melhora da cognição, do desempenho motor e escolar e do comportamento social.
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]]>O post A relação esporte e criança deve começar na escola apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>O esporte vai além da competição ou paixão. Ele é um instrumento de mudanças e descobertas em todas as idades. As escolas têm o objetivo de apresentar as modalidades básicas aos alunos – como futebol, voleibol, basquete e handebol – como uma introdução ao esporte e com a possibilidade de desistência dessas modalidades. Muitas escolas levam as crianças que se destacam por suas capacidades e habilidades para participar de campeonatos no município ou estado, como os jogos escolares, organizados pelas secretarias de esporte e lazer.
Mesmo com essas ações, ao longo dos anos, as aulas de educação física têm perdido importância na grade curricular. Os adolescentes demonstram cada vez menos interesse e o esporte acaba não sendo democrático. O futebol desperta mais interesse, enquanto outros esportes, como voleibol e basquete, são marginalizados, com cada vez menos pessoas interessadas. Além disso, as aulas de educação física têm deixado muito a desejar, não mostrando todo o vasto campo da área esportiva para a melhora das jovens promessas.
As aulas de educação física devem apresentar o esporte para a criança com o intuito de fazê-la descobrir o seu corpo e o que pode fazer com ele, nas diferentes maneiras de explorar as valências físicas, como a noção espacial, a coordenação, o equilíbrio e o tempo, entre outras. Habilidades como caminhar, correr, saltar e as atividades com bola servem como base para as futuras escolhas das modalidades esportivas.
Entre as instituições com diversas opções de prática esportiva temos as universidades, os clubes e os ginásios. Os clubes oferecem mais estrutura para os praticantes. Além disso, nesses espaços, os interessados podem se desenvolver ao longo dos anos e se revelarem promessas para as modalidades individuais ou coletivas.
Nas atividades esportivas, o indivíduo recebe lições de comportamento, moral, ética, noções de convivência em grupo, respeito ao colega e ao treinador e de disputas nas competições. O convívio com as diferenças entre os alunos faz com que as crianças tenham compromisso com os cuidados, com o se esforçar e com o espírito de equipe.
Se você ensinar e der opção para a criança conhecer o esporte com o qual mais se identifica, ela pode fazer desse compromisso uma superação de seus limites, dos controles de estresse, ansiedade e de alguns tipos de depressão e outros problemas de saúde, que atingem a população de todas as idades.
Muitas pesquisas no campo da ciência estudam os efeitos da prática de exercícios físicos no cérebro das crianças. O neurocientista Daniel Wolpert afirma que o movimento é único que dá propósito para o cérebro existir. O exercício físico regular deixa o cérebro inteligente racionalmente e equilibrado emocionalmente.
A prática de exercício traz benefícios em três dimensões:
Todos são neurotransmissores ativados pelo esporte, que pode ser considerado a droga natural para o combate à depressão nos tempos de hoje.
É mais do que comprovada a importância do esporte, da atividade física, do exercício físico em todas as fases da vida. Os iniciantes e mais novos podem, por meio dessas experiências nas escolas ou clubes, desenvolver o interesse pleno por essas práticas.
Dessa forma, haverá a promoção da saúde com atividades bem orientadas, com a participação direta dos pais, da escola e dos amigos, promovendo uma formação integral do indivíduo. É muito importante também resgatar as brincadeiras e a recreação, e dessa forma, criar base para futuros atletas com suas capacidades reconhecidas e bem trabalhadas para o futuro do esporte. Quem sabe assim não teremos mais atletas e mais medalhas?
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