foxiz-core domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home2/fcincoho/clubefy/wp-includes/functions.php on line 6131O post Superando limites: o que podemos aprender com a prática esportiva acima dos 80 anos apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>A prática esportiva é frequentemente associada à juventude e ao vigor físico, mas um movimento crescente está desafiando esses paradigmas. Atletas com mais de 80 anos, uma faixa etária que muitos considerariam incompatível com a prática esportiva competitiva, estão provando que é possível aliar longevidade, saúde e alta performance.
Esse fenômeno ganhou um capítulo histórico recentemente, durante o Campeonato Brasileiro de Basquete Master em Caxias do Sul. A estreia da categoria 85+ foi um marco emocionante. A partida, realizada na Arena Recreio, do Clube Recreio da Juventude, contou com a presença de 14 atletas de diferentes estados do Brasil, todos com mais de 85 anos de idade. O jogo não apenas celebrou o esporte, mas também simbolizou superação, respeito e a força de vontade dos participantes.
O esporte na terceira idade vai muito além do condicionamento físico; ele promove interação social, bem-estar emocional e uma melhor qualidade de vida. Estudos indicam que a prática regular de esportes em idades avançadas reduz riscos de doenças crônicas, melhora o equilíbrio e a mobilidade, e até contribui para a saúde mental, retardando processos de perda cognitiva.
Ritmo, estratégia e trabalho em equipe são habilidades cruciais em esportes como o basquete e servem como uma forma de manter o cérebro ativo e resiliente. A partida na categoria 85+ foi um verdadeiro espetáculo de superação. Mais do que um evento esportivo, ela se tornou um símbolo de que nunca é tarde para se desafiar. Entre passes, arremessos e defesas, os atletas mostraram que a paixão pelo esporte não tem idade. Como telespectadora foi emocionante ver a determinação e a alegria deles em quadra. Cada ponto marcado era uma vitória pessoal e coletiva, um exemplo de que o esporte transcende limitações físicas e temporais.
Histórias como essa, e como tantas outras, têm o poder de inspirar. Elas mostram que o esporte é uma linguagem universal, capaz de conectar gerações e culturas. Para os mais jovens, esses atletas são lembretes vivos de que a longevidade ativa é possível. Para os mais velhos, eles são a prova de que nunca é tarde para começar — ou continuar — um caminho no esporte.
Momentos como esse, são um convite à reflexão sobre como encaramos a idade e o envelhecimento. A prática esportiva na terceira idade não é apenas uma atividade; é um manifesto pela vida, pela saúde e pelo direito de continuar sonhando, competindo e vencendo, dentro e fora das quadras. Que o exemplo desses atletas seja uma inspiração para todos nós: que possamos viver a vida com a intensidade de um jogo bem disputado, sempre em busca de superação.
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]]>O post O canto como atividade terapêutica apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>Uma forma de arte muito agradável e uma poderosa ferramenta para melhorar o bem-estar geral e a qualidade de vida. Assim é o canto, uma atividade que promove uma série de benefícios físicos, emocionais e mentais.
O canto geralmente é associado com a expressão de emoções. Quem está triste pode representar a sua infelicidade por meio de uma canção melancólica, baixinha. Da mesma forma, quem está alegre pode representar o seu êxtase, cantando espontaneamente uma canção alegre, animada e no mais alto volume que conseguir. Mas muito mais do que expressar emoções ou sentimentos, o ato de cantar ativa processos fisiológicos que podem promover o bem-estar e a cura.
Há estudos que indicam que o canto estimula a produção de hormônios como a dopamina e a oxitocina, responsáveis pela sensação de felicidade. Essas substâncias ajudam a combater sintomas de depressão e ansiedade, promovendo uma sensação geral de bem-estar.
O professor Guilherme Varela Moterle, cantor com nove anos de experiência no ensino do canto e atuação em coros, já confirmou essa teoria na prática. Ele revela que teve alunos com ansiedade, problemas de falta de atenção e depressão e que o canto ajudou no processo de cura.
“O canto não desenvolve apenas a música e a própria voz. Ele desenvolve também questões pessoais, como a autossegurança, o medo de encarar o público, a autoconfiança, a disciplina. É uma atividade educativa e terapêutica”, explica.
Nas aulas de canto, os alunos desenvolvem a parte da percepção musical, com exercícios de escuta, e da técnica vocal, com exercícios vocais cantados e de respiração. Todos os alunos poderão seguir carreira como cantores profissionais, mas nem sempre é esse o objetivo que eles buscam atingir quando buscam uma aula de canto.
“Alguns querem praticar para conhecer a própria voz, ou cantar para se divertir apenas, pelo prazer de cantar”, explica Guilherme.
Fisicamente, o ato de cantar melhora a respiração e a postura, fortalece os músculos da face e da garganta e pode até contribuir para o aumento da capacidade pulmonar. Além disso, a vibração gerada pela voz tem um efeito calmante sobre o sistema nervoso, o que contribui para a redução do estresse e da tensão corporal.
Há também os benefícios sociais. Participar de atividades de canto em grupo, por exemplo, pode promover uma revigorante sensação de pertencimento e interação social e criar um forte senso de comunidade, ajudando as pessoas a se sentirem conectadas umas com as outras.
Enfim, o canto pode desempenhar um papel importante em um processo de autocuidado e cura, envolvendo o corpo, a mente e as emoções.
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]]>O post Lazer e encantamento preservam a saúde mental apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>Dar uma pausa em tudo o que fazemos para um momento de repouso, descanso, ou simplesmente o dolce far niente nos permite escapar da rotina maçante e do excesso de atividades e de informações de cada dia. O lazer é uma válvula de escape muito poderosa para garantir uma vida mais plena e tranquila. Ele está intimamente ligado ao conceito de encantamento e os dois juntos, lazer e encantamento, atuam diretamente para a preservação da saúde mental.
De acordo com os cientistas, o encantamento é a sensação de arrebatamento que sentimos quando nos deparamos com algo tão poderoso que é difícil de explicar. É um estado de atenção plena e apreciação pelas pequenas maravilhas da vida que, geralmente, passam despercebidas. Na saúde mental, o conceito de encantamento se refere à capacidade de encontrar beleza, maravilha e admiração no cotidiano, influenciando positivamente o bem-estar psicológico e emocional. Essa aptidão ajuda a combater a apatia e a indiferença, frequentemente associadas à depressão e à ansiedade.
Os momentos de lazer são as oportunidades ideais para experimentar o encantamento que, por sua vez, enriquecem e intensificam as experiências desses instantes de folga, repouso e distração. As práticas para cultivar o encantamento são simples e, basicamente, requerem apenas uns instantes de dedicação.
Passar um tempo em meio à natureza e observar suas maravilhas pode ser uma fonte poderosa de encantamento, que promove uma sensação de paz e admiração. Vale uma caminhada pelas áreas verdes do clube, colocar o pé na grama, respirar o ar puro com cheiro de verde e de terra, passear por um jardim e observar o leve bater de asas das borboletas ou se concentrar no canto dos pássaros.
O encantamento também está ligado às práticas artísticas. Pintura, desenho, canto ou tocar um instrumento musical podem ajudar a expressar e cultivar sentimentos de encantamento e admiração, além de inspirar e maravilhar. A prática dessas atividades também é capaz de promover um importante e significativo sentimento de satisfação e realização pelas obras executadas. A relação encantamento e arte inclui ainda visitas a museus e exposições, para descobrir um novo viés da história ou admirar o novo jeito de ver o mundo de um jovem artista.
Pesquisas científicas já comprovaram que o encantamento reduz a ansiedade, o estresse e a depressão. Variar as experiências de encantamento é ainda mais benéfico. Elas são bem pessoais e podem ser um dos métodos mais rápidos e poderosos de crescimento e mudança pessoal. As experiências de encantamento desaceleram a percepção do tempo das pessoas. Isso faz com que elas foquem nos momentos presentes, o que torna tudo ainda mais rico.
Cultivar a relação entre momentos de lazer e encantamento leva as pessoas a uma vida mais plena, equilibrada e repleta de momentos significativos. O encantamento é uma ferramenta valiosa na promoção da saúde mental, oferecendo uma abordagem rica e significativa para a vida cotidiana. Adotar o encantamento é, portanto, não apenas uma forma de viver mais plenamente, mas também um caminho para uma saúde mental mais equilibrada e positiva.
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]]>O post Pratique exercícios na adolescência e tenha bem-estar mental na vida adulta apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>Ser ou não ser fisicamente ativo na adolescência irá afetar o estado de espírito ao longo da vida. É o que afirma a segunda edição do State of Mind, estudo realizado pela ASICS – marca de produtos esportivos – divulgada no início de abril. A pesquisa reforça a ligação positiva entre atividade física e bem-estar mental.
Os resultados são baseados nas respostas de mais de 26 mil pessoas, de 22 países – no Brasil, foram 1000 participantes – entrevistadas no fim de 2023. O estudo indicou que quanto mais ativas as pessoas estiverem, maiores são suas pontuações em bem-estar mental. O score é baseado em 10 traços cognitivos e emocionais: positivo, confiante, composto, resiliente, relaxado, concentrado, calmo, alerta e energizado.
Os hábitos adquiridos entre os 15 e os 17 anos são fundamentais para estabelecer uma rotina de exercícios para toda a vida, com impacto positivo na saúde mental. Os dados do Brasil indicam que, aqueles que praticaram exercícios físicos regularmente nessa idade, apresentaram pontuações mais altas de estado mental quando adultos, de 65/100, contra 55/100 daqueles que não praticaram.
Quem abandonou a atividade física antes dos 15 anos, se mostrou 13% menos sereno, 9% menos contente e 7% menos resiliente quando adultos, se comparados com aqueles que mantiveram uma rotina de exercícios entre os 15 e os 17 anos.
O estudo apontou que, para cada ano adicional que os adolescentes permaneceram engajados em exercícios, havia uma melhora no estado de espírito na idade adulta. A pontuação do estado mental passou de 56/100, nos 15 anos, para 61/100 entre os 20 e 22 anos.
O estudo considerou como regularmente ativos quem pratica 150 minutos ou mais de atividade física por semana, bastante ativos quem faz de 30 a 149 minutos de exercícios por semana e inativo aqueles que fazem menos de 30 minutos por semana. De forma global, a pesquisa descobriu que as pessoas ativas se sentem 30% mais energizadas, 21% mais confiantes, 19% mais concentradas e 23% mais relaxadas.
Por fim, a pesquisa mostrou que leva apenas 15 minutos e nove segundos para que a pessoa comece a alcançar uma mudança mental positiva com o exercício. Certamente, é um tempo bem curto para o tanto de benefícios que as atividades irão proporcionar.
Clique aqui e acesse o estudo completo
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]]>O post Como manter um corpo jovem depois dos 60 apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>Com o passar dos anos vamos amadurecendo e as mudanças corporais vão acontecendo. Muitas vezes, não nos damos conta. Até achamos que podemos fazer as mesmas coisas que realizávamos no passado. Um dia, porém, percebemos que não temos mais a mesma força e a mesma massa muscular, e aí começam as dificuldades. Os reflexos são mais lentos, a resistência diminui e pensamos: uma vez eu fazia tudo isso com a maior facilidade!
Uma das formas mais comuns de se perceber a perda muscular é nas situações de sentar e levantar, subir escada, agachar para pegar algum objeto, ou, até mesmo, a simples ação de se levantar da cadeira. Essa dificuldade tem nome: é a sarcopenia. Ela é considerada uma alteração musculoesquelética, caracterizada pela perda de força e massa muscular a partir dos 60 anos. Essa alteração afeta o equilíbrio e provoca a alteração na marcha biomecânica da caminhada nos indivíduos. É comum vermos pessoas de mais idade com uma postura de tronco mais inclinada à frente, olhando para o chão com medo de cair, ou buscando onde se segurar durante o deslocamento.
É importante salientar que a sarcopenia é uma doença do envelhecimento que pode ser evitada. Uma das formas de prevenção é com uma alimentação rica em proteínas, que pode reparar a perda da massa muscular que ocorre com o passar dos anos. Outra forma, considerada ainda mais segura e eficaz para garantir um bom resultado na reversão da doença, é a musculação. Ela pode, com as devidas orientações, ofertar um ganho muscular significativo, independente da idade. A ideia de que depois dos 60 não pode fazer força é ultrapassada. Tem que fazer força sim, e aumentar a carga nos exercícios resistidos, para que possa haver modificações fisiológicas e alterações na composição corporal de quem pratica.
Outras modalidades talvez não tenham o mesmo efeito sobre a doença. A caminhada não vai dar massa muscular. Ela é um exercício cardiovascular, o que também é importante. O exercício funcional ajuda na mobilidade e ganho de força, mas é pouco. Os esportes podem ajudar a sair do sedentarismo, mas a massa magra tem que ser bem específica. O ideal é fazer pelo menos duas modalidades: escolha um treino cardiovascular e outro de força.
A sarcopenia pode atingir de 5 a 13% das pessoas acima dos 60 anos e chega a 50% das pessoas acima de 80 anos. Mas não se iluda por esses dados. A perda muscular inicia a partir dos 30 anos, principalmente em pessoas sedentárias, com índices de 1 a 2% de perda ao ano, após os 30 anos.
O exame para detectar em números se alguém está com sarcopenia é o Dexa, que faz as medições das massas magra, óssea, gorda e do percentual de gordura. Outra opção é avaliação da composição corporal com um professor de educação física ou nutricionista. A bioimpedância, que mede a composição corporal completa, dá um resultado mais rápido, mas exige alguns cuidados para não comprometer a realização do exame.
A influência do exercício físico na sarcopenia vai além da parte estética. A realização de atividades libera hormônios, como endorfinas, que interferem no humor, na autoestima e na autoimagem do praticante. Isso traz a sensação de bem-estar geral, aumenta a circulação sanguínea e influencia no hipocampo cerebral, retardando a incidência da Doença de Alzheimer, por exemplo, principalmente se considerarmos o trabalho de pernas em praticantes de musculação.
Os efeitos neuroprotetores melhoram com a prática de exercícios resistidos de perna. Há estudos sugerindo que a massa magra está associada a uma melhor função cognitiva, evitando, e em alguns casos, até revertendo, o progresso da sarcopenia. (Fonte: medscape.com).
A genética também influencia no aparecimento das doenças. Não precisamos acelerar e facilitar o surgimento delas na nossa vida. Os hábitos saudáveis estão no pacote de prevenção de qualquer doença. Pensamos muito em aproveitar a aposentadoria, viajar e fazer programas com a família, mas, para isso, precisamos de independência e de autonomia. Portanto, sigam as orientações médicas, do geriatra, façam o acompanhamento e mantenham a saúde mental em dia para poder usufruir tudo o que a vida proporciona.
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]]>O post Antes de começar o treino, faça uma avaliação física apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>Você fez a matrícula na academia, comprou um tênis e uma roupa top e está com a maior disposição para começar os treinamentos. Mas já parou para pensar se a atividade que escolheu é a ideal para você e se vai trazer os resultados que você busca? E principalmente, se a sua saúde está em dia e se não tem problemas que possam comprometer a execução? Para deixar claro todos esses pontos o recomendado é que antes de começar o treino você faça uma avaliação física.
A avaliação deve ser sempre conduzida por profissionais de educação física. Por meio de testes, a avaliação física irá analisar o histórico e o condicionamento físico da pessoa. O profissional poderá compreender melhor a situação do seu aluno ou futuro aluno e, assim, introduzir o tipo de treino mais adequado.
Além da altura e do peso, a avaliação consegue mensurar outros aspectos, como a flexibilidade e a resistência, fatores que são decisivos para a obtenção dos resultados.
“É um procedimento fundamental para quem inicia ou está em processo de treinamento físico na academia. É um GPS para o treinamento. A avaliação física reúne elementos que vão nos ajudar na metodologia e prescrição de exercícios”, explica a educadora física, Larissa Bitencourt.
A avaliação física também pode trazer impactos para os aspectos psicológicos dos alunos, interferindo na autoestima. A educadora física Keurin Provin explica que é comum os alunos monitorarem os resultados somente pela balança e ficarem desmotivados quando o peso se mantém, mesmo após dias de dedicação aos treinos.
“Temos que olhar as medidas. Conforme fazemos as avaliações, conseguimos perceber que a pessoa está perdendo peso porque está perdendo medidas, e que perdeu percentual de gordura mas aumentou a massa muscular”, explica Keurin.
Keurin ensina que os próprios alunos podem observar no dia a dia a redução das medidas corporais. “É na roupa que subiu um pouco mais, na que conseguiu fechar um botão. Conseguimos ter esse parâmetro para mostrar ao aluno que o treinamento está direcionado da forma correta e está dando certo”.
Ela ressalta que os resultados dependem ainda da alimentação, da mudança de hábitos, da dedicação e da disciplina do aluno no momento das refeições.
O recomendado é que a avaliação física seja feita antes de começar os treinos e repetida a cada 90 dias. Esse intervalo é considerado ideal para garantir a eficácia do treino e irá permitir a comparação do desenvolvimento do aluno e a avaliação dos resultados obtidos com a prática regular da atividade física.
Anamnese
A anamnese é a primeira etapa da avaliação física. Nela, o profissional reunir o máximo de informações possíveis sobre o avaliado, como:
Antropometria
A antropometria é a parte da avaliação física que vai medir o corpo do avaliado e coletar dados sobre a sua composição corporal. Ela envolve a coleta de informações sobre:
Dobras Cutâneas
As dobras cutâneas são a medida da espessura de duas camadas de pele e a gordura subcutânea. Elas revelam a adiposidade corporal do paciente e são medidas pelo adipômetro.
Testes Neuromusculares
Os testes neuromusculares têm como propósito analisar a força dos grupos musculares flexores e extensores. O objetivo é identificar alguma assimetria na força desses músculos.
Avaliação da Flexibilidade
A avaliação da flexibilidade identifica possíveis grupamentos musculares encurtados que podem gerar alterações posturais, de padrões de movimentos ou até mesmo dores articulares. A partir da flexibilidade é possível ter maiores amplitudes de movimento durante os exercícios físicos.
O Índice de Massa Corporal (IMC) é uma medida universal adotada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para classificar padrões de saúde relacionados ao peso, abrangendo condições como desnutrição e obesidade.
| IMC = Peso ÷ (Altura × Altura) |
| 16 a 16,9 kg/m² | Muito abaixo do peso |
| 17 a 18,4 kg/m² | Abaixo do peso |
| 18,5 a 24,9 kg/m² | Peso normal |
| 25 a 29,9 kg/m² | Acima do peso |
| 30 a 34,9 kg/m² | Obesidade grau I |
| 35 a 40 kg/m² | Obesidade grau II |
| maior que 40 kg/m² | Obesidade grau III |
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]]>O post Cinco dicas de ouro para a saúde apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>A correria do dia a dia muitas vezes nos impede de dedicar um tempo para a saúde, mas é possível, sim, ter uma vida mais saudável. O primeiro passo é abandonar velhos (e nocivos) hábitos e incorporar novas ações e costumes ao cotidiano.
O Recreio da Juventude e a Unimed Nordeste, parceiros em ações de saúde e bem-estar, elencaram cinco dicas fundamentais para manter a saúde. Neste sábado, dia 27 de janeiro, as duas entidades promovem o Wellness Day, um evento exclusivo para associados do RJ. A programação incluirá caminhada guiada, aulas de hidroginástica e dança e massagens. Será um bom momento para iniciar uma mudança na rotina e incorporar alguns cuidados com a saúde ao dia a dia.
Confira os hábitos que você pode começar a adotar agora mesmo:
Hidratação adequada
Lembre-se de beber pelo menos 8 copos de água por dia. Manter-se hidratado é essencial para o bom funcionamento do corpo, ajuda na digestão, regula a temperatura corporal e melhora a saúde da pele.
Alimentação equilibrada
Busque uma dieta rica em frutas, vegetais, grãos integrais e proteínas magras. Evite o excesso de alimentos processados, ricos em gorduras saturadas e açúcares. Uma alimentação equilibrada fornece os nutrientes necessários para a saúde geral.
Atividade física regular
Inclua pelo menos 30 minutos de atividade física moderada na sua rotina diária. Pode ser uma caminhada, corrida, yoga, natação ou qualquer outra atividade que você goste. A atividade física regular melhora a saúde cardiovascular, fortalece os músculos e contribui para o bem-estar mental.
Sono de qualidade
Estabeleça uma rotina de sono consistente, visando de 7 a 9 horas de sono por noite. O sono adequado é crucial para a recuperação do corpo, consolidação da memória, regulação do humor e fortalecimento do sistema imunológico.
Avaliação física
O que você não mede, não controla. A avaliação física pode identificar limitações físicas ou biológicas e ainda possibilita a personalização de atividades, potencializando o resultado dos treinos. Quando realizada regularmente, serve como ferramenta.
Wellness Day
Data: 27 de janeiro, sábado
Local: Sede Juventude, Recreio da Juventude
Programação
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]]>O post Tire um dia para cuidar de você apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>Pare e pense por um instante: quando foi a última vez que você dedicou um tempo para você? E principalmente, qual foi a última vez que você dedicou um tempo para sua saúde? Tão importante quanto manter uma rotina no trabalho e na família, é imprescindível manter uma rotina de cuidados com o corpo e com a mente para garantir uma vida saudável.
O autocuidado ganhou ainda mais espaço e destaque durante a pandemia. Ele está relacionado ao bem-estar próprio e ao atendimento das próprias necessidades e desejos. Quando criamos hábitos de autocuidado na rotina, contribuímos para a melhora da saúde física, espiritual e psíquica. E quando priorizamos o autocuidado, começamos a entender melhor quem somos, o que queremos e como atender às nossas necessidades de forma mais satisfatória. Além de desenvolver o autoconhecimento, o autocuidado melhora a autoestima e a autoconfiança, aumenta a criatividade e a produtividade e ajuda a controlar a ansiedade.
Podemos trabalhar o autocuidado em quatro frentes. O físico, com os cuidados com o corpo, manter uma alimentação saudável, praticar atividades físicas e ter boas noites de sono; o emocional, estar conectado com as emoções e ir em busca de autoconhecimento; o social, manter conexões e interações com outras pessoas a partir da construção de bons relacionamentos; e o espiritual, a manutenção de uma rotina de meditação, contato com a natureza ou uma crença que te faça bem e em que você acredita.
Nem sempre é fácil colocar o autocuidado em prática. É comum justificarmos com a falta de tempo e a correria do dia a dia o descaso com a saúde e o bem-estar. Mas sim, precisamos parar por alguns momentos e dedicar uma atenção bem especial a nós mesmos, tendo o cuidado com os excessos e o que não é autocuidado. Fazer algo por obrigação deve ser evitado, pois apenas suga as energias e não reflete no bem-estar.
Que tal começar agora?
Uma caminhada, uma aula de hidroginástica ou de dança, uma massagem ou um alongamento podem ser uma boa pedida para dar início a uma rotina de autocuidados.
Neste sábado, 27 de janeiro, tem Wellness Day no Recreio da Juventude, em parceria com a Unimed Nordeste. As atividades – exclusivas para associados – serão realizadas na Sede Juventude, a partir das 9h.
Confira a programação:
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]]>O post O papel do esporte no tratamento do diabetes mellitus apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>Nos dias que antecederam o seu aniversário de seis anos, Giulia Taufer Panigaz começou a sentir mais sede que o normal, a ter mal-estar e crises de vômito. Já no hospital e após uma semana de UTI em observação, veio a confirmação do diagnóstico de diabetes tipo 1. Hoje, aos oito anos, a pequena tem uma rotina adaptada à doença e encontrou no esporte uma maneira de superar os sintomas e a levar uma rotina mais leve e saudável.
Diabetes é uma doença crônica na qual o corpo não produz insulina ou não consegue empregar adequadamente a insulina que produz. O tipo 1, como o de Giulia, é uma doença autoimune em que o sistema imunológico ataca células e impede a liberação da insulina para o corpo. Assim, a glicose fica no sangue, ao invés de ser usada como energia.
O tratamento é com insulina, medicamentos, alimentação planejada e a prática de atividades físicas. Giulia praticava ginástica artística quando descobriu a doença. Ao longo desses dois anos convivendo com a diabetes, a família buscou incentivá-la a descobrir outras modalidades. Depois da ginástica artística e da natação, é ao vôlei que a pequena está se dedicando agora. Ela pratica a modalidade duas vezes por semana, com bons resultados no controle da doença.
“Nos dias que ela pratica, percebemos que a glicemia – taxa de glicose no sangue – fica muito mais estável. Nos dias que ela não tem esporte, afeta bastante e a glicemia muda drasticamente. O esporte ajuda a reduzir a glicemia, o que é bom porque ela consegue comer sem uma dosagem tão alta de insulina. Quantos menos precisar, melhor”, afirma a mãe, Cristiane Taufer.

De acordo com ela, é importante escolher uma atividade que a criança goste e tenha prazer em praticar, para garantir a incorporação à rotina de forma mais fácil.
Biologicamente falando, a prática de atividades físicas atua diretamente na redução da resistência à insulina e na melhora da glicemia. Durante a contração dos exercícios, os músculos produzem substâncias que agem nos próprios músculos e em vários órgãos. Essas substâncias transformam as gorduras em geradores de energia, reduzem a resistência à insulina, melhoram a taxa de glicose no sangue e reduzem o apetite.
De acordo com a endocrinologista Priscila Nobre Dantas Mattje, a prática de atividades físicas por pessoas com diabetes diminui o risco das complicações da doença e comorbidades que podem acompanhá-la. Segundo ela, é recomendado que adultos façam, pelo menos, 150 minutos de exercícios físicos por semana, divididos em três dias consecutivos; e crianças, 60 minutos por dia.
“Não é interessante ser ‘atleta de fim de semana’, até pelo risco de lesão. A princípio qualquer atividade pode ser feita, a não ser que o indivíduo esteja com diabetes descompensada, tenha retinopatia e daí o exercício intenso pode piorá-la, ou tenha alguma doença osteoarticular ou cardíaca. Cada caso deve ser avaliado”, explica a médica.
Ela recomenda mesclar os exercícios aeróbicos, como caminhada, bicicleta, natação e futebol, com os anaeróbicos, como musculação, yoga e pilates. “Se a pessoa precisa de insulina, é importante seguir as recomendações do seu médico e do seu nutricionista, quanto aos horários das atividades, alimentação e doses de insulina”, completa a dra. Priscila.
Pratique atividades físicas
Recomendações de exercícios físicos para pessoas com diabetes da Associação Americana de Diabetes (ADA):
Dia Mundial da Diabetes
O Dia Mundial da Diabetes é comemorado desde 1991, em 14 de novembro. A data é o aniversário de Sir Frederick Banting, co-descobridor da insulina, juntamente com Charles Best.
Grupo Gotas de Vida
Em Caxias do Sul há um grupo de pais, familiares, responsáveis e pacientes com Diabetes Mellitus Tipo 1 (DM1), o Gotas de vida. O grupo foi criado para o compartilhamento de informações e para a busca de melhorias no tratamento, com foco em qualidade de vida, independência, inclusão e liberdade. O contato pode ser feito pelo Instagram @gotas_de_vida_dm1.
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]]>O post Melhor idade ativa é sinônimo de saúde apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>Há muito que o envelhecimento deixou de ser visto como a etapa da vida para a solidão e o recolhimento. É na melhor idade que o convívio social e a atividade física regular se tornam ainda mais importantes, pelos inúmeros benefícios que proporcionam ao corpo e à mente. Ter uma melhor idade ativa é sinônimo de saúde.
Independentemente da idade, as necessidades psicológicas e sociais do indivíduo permanecem [1]. Portanto, é viável afirmar que o idoso almeja manter suas relações sociais, participar dos eventos socioculturais e momentos de lazer da comunidade. E melhor ainda se entre as atividades cotidianas dos mais experientes estiver incluída uma rotina de exercícios físicos e esportes.
Segundo Ueno [2] a participação em um programa de atividade física regular ajuda a retardar o declínio da capacidade funcional. Três modalidades de atividades físicas – dança, musculação e atividades aquáticas – se destacam na melhora da capacidade funcional dos idosos, se forem praticadas de forma regular, sistemática e bem orientada. Elas são consideradas muito eficazes para a manutenção dos componentes da saúde dos idosos.
O exercício planejado, estruturado e repetitivo, atua no aumento ou na manutenção da saúde e da aptidão física. [3][4] A prática de exercícios físicos reduz o risco da mortalidade por doença cardiovascular, hipertensão e diabetes, além de trazer benefícios para a saúde mental e cognitiva, para o sono e para a memória. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda 300 minutos de atividade física semanal para combater os riscos de sedentarismo.
Podemos destacar ainda a importância dos jogos, que funcionam como uma ginástica para o cérebro e estímulo à capacidade cognitiva, além de, certamente, proporcionarem momentos de diversão e boas risadas. Segundo Piaget [5] “os jogos com regras são a atividade lúdica do ser socializado”. Por meio dos jogos, os indivíduos utilizam suas inúmeras habilidades, sejam elas motoras ou psíquicas, e tornam-se conscientes das suas decisões, exercitando a criatividade, interagindo com as diferenças e trabalhando as parcerias, o que irá contribuir para o estabelecimento de afinidades e trocas de experiências.
[1] SIQUEIRA, M. E. C. Teorias Sociológicas do envelhecimento. Rio de Janeiro, 2002.
[2] UENO, L. M. Influência da atividade física na capacidade funcional: envelhecimento. Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde, Pelotas, v. 4, n. 1, p. 57-68, 1999.
[3] C J CASPERSEN, K E POWELL, G M CHRISTENSON. Physical activity, exercise, and physical fitness: definitions and distinctions for health-related research. Boston, 1985.
[4] COLBERG et al. Physical Activity/Exercise and Diabetes: A Position Statement of the American Diabetes Association. Tate, D.F., 2016.
[5] PIAGET, Jean. A formação do símbolo na criança. 3ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
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