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Não deixe seu filho no quarto e ao celular  

Não deixe seu filho no quarto e ao celular  

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Não deixe seu filho no quarto ao celular
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O excesso de trabalho e tarefas dos pais dificulta o processo de educação dos filhos. Há muita informação oferecida pelos meios tecnológicos que trazem ainda mais complexidade para a educação das crianças. A escola suprime uma parte da educação, deixando o turno da manhã ou da tarde bem preenchidos. Mas há um turno em casa, em que ela cumpre várias situações de rotina, como dormir, estudar, brincar, ficar em casa – no quarto -, sair para uma atividade extra ou para a casa de um amigo(a), jogar videogame e ficar ao celular. 

Pesquisa sobre o tempo de uso de celular indica que 79% das crianças ficam 4 horas no aparelho por dia. O estudo indica que crianças de 0 a 3 anos ficam 2,56 minutos; de 4 a 6 anos, 3,17 minutos; de 7 a 9 anos, 3,29 minutos; e finalizando, de 10 a 12 anos, 4,46 minutos. Há inclusive o termo “Filhos do quarto” para batizar aqueles que permanecem 40 ou 50 minutos ininterruptos sem sair do lugar [1].   

Esses dados assustam um pouco mas nos fazem refletir a que ponto chegamos nessa última década. Certamente temos que ponderar que no Brasil hoje há muitas dúvidas do quanto nós e nossos filhos nos sentimos seguros nas ruas ou estabelecimentos que não sejam as nossas casas. Os fatores sociais e econômicos interferem no uso em excesso do celular, do tablet, da televisão e dos videogames. Passar mais tempo no trabalho e nas empresas é mais cômodo e traz mais facilidade para o acesso a tecnologias e serviços.  

O efeito no cérebro do hormônio dopaminérgico, estimulado pelo celular, funciona da seguinte forma para os adultos e para as crianças:  

  • O primeiro estímulo que ele recebe é por meio da notificação no mesencéfalo, para liberar a dopamina, o hormônio neurotransmissor da felicidade, da sensação de prazer, satisfação e aumento da motivação; 
  • depois a dopamina vai para área do cérebro chamada Núcleo Accumumbens, causando o prazer; 
  • essa dopamina vai para o córtex pré-frontal, causando a impulsividade. É aí que mora o perigo, porque isso causa mudança no comportamento e deixa a criança irritada e fora de controle. 

Sabendo disso, você consegue imaginar como ficarão essas crianças daqui dez ou vinte anos? Essas crianças que estão usando de forma indiscriminada esse tipo de tecnologia? 

Certamente, tem muita coisa boa nas redes sociais e nas telas, coisas que ajudam na resolução de vários problemas, de diferentes áreas. Mas é importante o olhar atento dos educadores e pais para essas crianças. A dependência a esses aparelhos pode causar distúrbios comportamentais, baixo rendimento na escola e o desinteresse por atividades básicas, como a alimentação, as brincadeiras, a companhia e a convivência presencial com os amigos.  

[1] Edição do Brasil. Disponível www.edicaodobrasil.com.br. Acesso em: julho, 2023. 

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Autor(a): Lênin Ramalho
Especialista em Personal Training
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