foxiz-core domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home2/fcincoho/clubefy/wp-includes/functions.php on line 6131O post Pratique esportes e trabalhe melhor apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>Há quem defenda que os esportes praticados devem ser incluídos no currículo profissional. O entendimento é que os “colaboradores atletas” são mais disciplinados e persistentes, além de terem melhor saúde física e mental, e isso pode ser um diferencial e contar pontos importantes nos processos seletivos. De fato, o esporte desempenha um papel crucial na melhora do desempenho no trabalho, de várias maneiras.
A prática regular de atividades físicas fortalece o corpo e a mente. Há aumento dos níveis de energia e redução do estresse, o que pode resultar em maior capacidade de concentração e foco durante os horários de trabalho. Como atua diretamente na prevenção de doenças, o esporte também é um importante fator para garantir a produtividade e a disposição, e reduzir as faltas e afastamentos por problemas de saúde.
Colaboradores de todos os níveis hierárquicos podem ainda adotar e aplicar os valores e atributos do esporte na vida corporativa. A disciplina necessária, por exemplo, para manter a rotina esportiva irá refletir nas habilidades essenciais para uma rotina de trabalho eficiente; a mesma gestão de tempo, persistência e equilíbrio exigidos para o esporte são igualmente importantes no ambiente profissional, e se traduzem em mais oportunidades e objetivos atingidos. Da mesma forma, as derrotas, falhas e erros cometidos no esporte, se refletem em flexibilidade, resiliência e determinação para o trabalho.
Confira o relato de profissionais atletas que mantêm uma rotina de treinos e sentem os reflexos disso na sua qualidade de vida e na produtividade no trabalho:

“O exercício físico leva para o trabalho uma qualidade extraordinária de vida”
O auxiliar de higienização Carlos Augusto Leite de Oliveira descobriu a corrida de rua e a maratona há pelo menos 18 anos. Antes praticante de futebol, ele nunca abandonou as atividades físicas e sempre teve consciência da importância delas para a qualidade de vida das pessoas.
Atualmente, a sua rotina de treinos inclui 10 km de corrida duas vezes por semana. Nos próximos dias, os treinamentos devem se intensificar, visando a participação na Meia Maratona de Porto Alegre, no fim de setembro. No ano passado, ele foi o campeão na categoria Masculino 70+ da Meia Maratona de Caxias do Sul.
Seu Carlos qualifica o exercício físico como “milagre” e “remédio para a vida”. E com facilidade, ele lista os motivos para tanto: o esporte promove mais qualidade de sono, menos cansaço, melhora o preparo físico e mental, exige alimentação controlada e repouso, inibe o consumo de álcool; deixa as pessoas menos angustiadas e mais animadas; e faz com que elas cheguem no trabalho mais tranquilas e otimistas.
“O exercício inibe coisas ruins na vida e leva para o trabalho uma qualidade extraordinária de vida. Melhora tudo. Eu faço o exercício de manhã, trabalho oito horas e chego em casa na boa, como se não tivesse trabalhado, sem problemas e com bom humor. O exercício rotineiro deixa a pessoa com bom humor. Isso é útil para a vida, para a família e para o trabalho”, ensina.

“Eu aconselho a prática de atividade física para todo mundo”
Quem conhece o supervisor de Portaria Leandro Flores não imagina que em algum momento da sua vida ele se considerou “depressivo”. Mas isso foi antes do esporte. Sempre animado, falante e com uma piada pronta para engatar uma conversa, ele credita à prática de atividades físicas a mudança em seu estado mental e na sua disposição para a vida e para o trabalho.
Há 10 anos treinando em academias, começou a competir pela modalidade de powerlifting, ou levantamento de peso, há um ano e meio. Sua rotina de treinos é de 1h a 1h30min por dia, de segunda a sexta. Em épocas de competição, ele amplia a carga horária e estende as atividades para os sábados também. No ano passado, Leandro foi campeão brasileiro de powerlifting GPA/IPO ao levantar 260 Kg, o novo recorde brasileiro.
Antes de iniciar a sua rotina de treinos e musculação, Leandro diz que se sentia ofegante após uma simples caminhada. Hoje, nem pensa em parar, tamanha a diferença que percebeu em sua qualidade de vida e na disposição para o trabalho.
“O esporte interfere muito na minha rotina de trabalho, positivamente. Eu chego com o astral lá em cima, com bastante disposição para fazer o que precisa.”
A prática de atividade física é o primeiro conselho que dá para todos com quem convive, ressaltando sempre os benefícios que ela trará a longo prazo também.
“Eu aconselho atividade física para todo mundo, para ver a mudança na qualidade de vida. Com certeza fará a diferença quando a pessoa tiver mais idade. É essencial para a nossa vida. Se todo mundo tirasse um tempo para si, para fazer uma atividade física, nós teríamos um outro mundo hoje, bem melhor.”

“O esporte me ajuda a ter foco, disciplina e resiliência”
Um dos maiores desafios profissionais da vida da supervisora de DHO Luciana Barro aconteceu em meio ao ciclo de preparação para uma maratona. A rotina de treinos para a prova acabou desempenhando também um papel fundamental para que ela lidasse com o estresse e a pressão do momento no trabalho, impactando no seu processo de aprendizado, inteligência emocional e resiliência.
Luciana nunca foi uma pessoa sedentária. Quando criança, fez ballet e natação; na adolescência, basquete e academia. Agora, na vida adulta, optou por três modalidades: corrida, bicicleta e natação. A rotina de treinos é intensa: de duas a três vezes por semana, duas vezes por dia. Aos fins de semana, são mais de 20 quilômetros de corrida e de 40 a 60 km de bicicleta.
Ao longo do tempo como atleta, acabou assimilando as lições sobre a vida ensinadas pelo esporte, e tudo o que ele pode fazer pelo seu dia a dia como profissional.
“O esporte me ajuda a ter foco, disciplina, resiliência e a entender a importância de cada tijolo para a construção da casa. Valorizo a jornada. Ser esportista é um estilo de vida e com ele vem o cuidado com a alimentação, com o consumo de álcool e a convivência com pessoas praticantes de esporte. Tenho muito mais energia e adoeço muito menos.”
Benefícios da atividade física regular
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]]>O post Para a Geração Alpha, mais natureza e contato humano e menos telas apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>Famílias e educadores estão enfrentando um novo desafio: compreender a primeira geração nascida totalmente no século XXI, entre 2010 e 2025, e que ao nascer já está exposta aos fenômenos cotidianos da era digital, tão inerentes aos indivíduos contemporâneos. Mas uma das certezas sobre a chamada Geração Alpha é a necessidade de reinvenção da educação.
Os Alpha são caracterizados pelas habilidades tecnológicas avançadas. Eles são considerados mais evoluídos e inteligentes, mas também são reconhecidos pelas dificuldades de aprendizagem, de atenção e de socialização, causados, essencialmente, pelo excesso de telas. Em meio à grande quantidade de informações a que são expostas, é comum essas crianças e adolescentes questionarem o papel da escola. Como têm a informação a um clique, ao alcance da mão, eles não veem sentido em ir para a escola.
Em contraponto a isso, a pedagoga Simone Selbach, com 37 anos de experiência como professora e coordenadora pedagógica, aponta a escola como o espaço da conexão, de dar sentido a todo o conhecimento apreendido e de atuar como filtro para esse grande fluxo de informações. Para que isso aconteça, ela entende que os alunos precisam sair da sala de aula, praticar atividades físicas, ter contato com a natureza e novas experiências, voltarem a brincar e voltarem a ser crianças.
“Não dá para ficar somente no aprendizado dos livros, temos que entender os conceitos e vivê-los. Os alunos precisam explorar o mundo e movimentar o corpo. A escola precisa ser um grande projeto de pesquisa, que explore múltiplas linguagens”, defende.
Em paralelo, as escolas precisam oferecer espaços para o desenvolvimento emocional dos seus alunos. De acordo com a psicóloga Mariana Selbach Castilhos, a Geração Alpha é hiperdigitalizada, mas pouco social. É necessário e importante garantir um processo humanizador ao desenvolvimento dessas crianças e adolescentes.
“O que eu sinto? Como eu ajo? Como eu lido com minhas dores, medos e tristezas? A escola precisa ter um espaço para trabalhar isso nos alunos”, afirma Mariana.
Quanto às telas, o recomendado é mantê-los o mais longe possível de televisão, celulares, tablets, smartphones e computadores. Essa é uma das orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) relacionadas ao desenvolvimento em saúde das crianças.
“Dos 0 aos 2 anos, o ideal é não expormos as crianças às telas. Via de regra, o olho e o cérebro dessa criança não estão preparados para o excesso de informação desses dispositivos”, explica Mariana. Segundo ela, o ideal, se for realmente necessária a exposição às telas, que seja feita por período curtos, em momentos diferentes, intercalados ao longo do dia, e sempre sob supervisão de um adulto, que monitore tudo o que a criança estiver vendo e com quem ela estiver interagindo.
Aos pais, cabe a tarefa de estarem presentes e incentivarem os três A’s do desenvolvimento infantil: da autonomia, do “eu consigo fazer”; da autoria, do “eu consegui fazer, do eu que fiz”; da autoestima, “eu sei fazer, eu não preciso que você faça por mim”. Deixá-las fazer, do jeito delas, pequenas tarefas de casa, é uma boa forma de colocar isso em prática. Assim, os adultos estão dizendo para a criança que confiam nela, e se um adulto confia nela, a tendência é que elas confiem em si próprias também. Por consequência, teremos adolescentes fortalecidos para evitar abusos e repelir comportamentos inadequados que venham a sofrer, por exemplo.
“O maior presente que se dá para alguém é a presença. As crianças precisam de um lar saudável, que as respeitem e validem, e em que haja qualidade no relacionamento familiar. Elas precisam se sentirem amadas para crescerem. As crianças precisam confiar nos adultos”, afirma Simone.
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]]>O post A importância das habilidades locomotoras para o desenvolvimento integral das crianças apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>O ser humano é um ser em movimento. Mover-se faz parte de nossa natureza. Em que pese sermos entre os mamíferos a espécie que mais demora para começar a se locomover, em geral entre o 7º e o 10º mês, podemos, a partir da aquisição desta habilidade, mover-nos de formas distintas e com mais ou menos complexidade. Assim, o desenvolvimento da habilidade motora de locomoção será de suma importância no desenvolvimento do repertório motor desde a infância.
É importante compreender que a habilidade motora de locomoção, não se refere apenas ao ato de caminhar ou correr. Conceitualmente a habilidade motora é a capacidade do indivíduo locomover-se no espaço horizontal ou vertical, utilizando para isso todas as formas possíveis de movimento corporal. Além do andar e correr, as habilidades locomotoras incluem o saltar, rastejar, galopar, deslizar, escalar e todas as suas variações, que acabam formando a base para a participação em atividades esportivas, além de serem importantes para a movimentação diária de cada indivíduo.
Na medida em que as crianças desenvolvem e aprimoram suas habilidades locomotoras, elas adquirem confiança e coordenação motora, possibilitando a combinação de movimentos de locomoção com outras habilidades e sua utilização na variedade de esportes existentes. Essa combinação de movimentos será mais eficaz na medida em que cada habilidade esteja de certa maneira já automatizada.
Quando paramos para observar detidamente cada esporte, podemos verificar a presença e influência deste tipo de habilidade em vários momentos. Excetuando-se as habilidades de andar e correr, que vamos considerar muito básicas, propomos um olhar mais atento à presença da locomoção das habilidades esportivas.
O salto está presente de várias formas na ginástica artística. Saltos horizontais, verticais, em um pé só, deslizes e mesmo a habilidade de galopar. No voleibol vamos encontrar o salto na ação do bloqueio e no ataque para deslocar o corpo no espaço vertical, além do salto para realizar um mergulho (peixinho) em situação de defesa. Ainda no voleibol, o deslocamento lateral essencialmente é a habilidade de galopar, que está presente a cada momento do jogo, na ocupação dos espaços da quadra no posicionamento tático de ataque e defesa.
Outros esportes também utilizam o salto e suas variações. O basquete na bandeja no salto com um pé só, ou no salto para a defesa ou mesmo no rebote, sem falar no salto para o arremesso de jump, além da presença do galopar principalmente em ações defensivas. O handebol também pode ser considerado, neste sentido, como uma réplica do basquete, adicionando a ele o salto em profundidade, principalmente nos arremessos do pivô e dos ponteiros. Por sua vez, o goleiro, de forma mais específica, utilizará muito a habilidade do deslize. E por aí vai, caso pararmos para analisar o badminton, o tênis, o judô e os demais esportes presentes no nosso cotidiano.
Assim, habilidades locomotoras tornam-se estruturais no desenvolvimento integral da criança. A partir de um ambiente adequado, à promoção destas habilidades no formato lúdico, desafiador, divertido e educativo, preparam as crianças não só para desafios esportivos, mas também para as tarefas cotidianas, proporcionando um crescimento saudável na juventude e vida adulta.
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]]>O post Pratique exercícios na adolescência e tenha bem-estar mental na vida adulta apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>Ser ou não ser fisicamente ativo na adolescência irá afetar o estado de espírito ao longo da vida. É o que afirma a segunda edição do State of Mind, estudo realizado pela ASICS – marca de produtos esportivos – divulgada no início de abril. A pesquisa reforça a ligação positiva entre atividade física e bem-estar mental.
Os resultados são baseados nas respostas de mais de 26 mil pessoas, de 22 países – no Brasil, foram 1000 participantes – entrevistadas no fim de 2023. O estudo indicou que quanto mais ativas as pessoas estiverem, maiores são suas pontuações em bem-estar mental. O score é baseado em 10 traços cognitivos e emocionais: positivo, confiante, composto, resiliente, relaxado, concentrado, calmo, alerta e energizado.
Os hábitos adquiridos entre os 15 e os 17 anos são fundamentais para estabelecer uma rotina de exercícios para toda a vida, com impacto positivo na saúde mental. Os dados do Brasil indicam que, aqueles que praticaram exercícios físicos regularmente nessa idade, apresentaram pontuações mais altas de estado mental quando adultos, de 65/100, contra 55/100 daqueles que não praticaram.
Quem abandonou a atividade física antes dos 15 anos, se mostrou 13% menos sereno, 9% menos contente e 7% menos resiliente quando adultos, se comparados com aqueles que mantiveram uma rotina de exercícios entre os 15 e os 17 anos.
O estudo apontou que, para cada ano adicional que os adolescentes permaneceram engajados em exercícios, havia uma melhora no estado de espírito na idade adulta. A pontuação do estado mental passou de 56/100, nos 15 anos, para 61/100 entre os 20 e 22 anos.
O estudo considerou como regularmente ativos quem pratica 150 minutos ou mais de atividade física por semana, bastante ativos quem faz de 30 a 149 minutos de exercícios por semana e inativo aqueles que fazem menos de 30 minutos por semana. De forma global, a pesquisa descobriu que as pessoas ativas se sentem 30% mais energizadas, 21% mais confiantes, 19% mais concentradas e 23% mais relaxadas.
Por fim, a pesquisa mostrou que leva apenas 15 minutos e nove segundos para que a pessoa comece a alcançar uma mudança mental positiva com o exercício. Certamente, é um tempo bem curto para o tanto de benefícios que as atividades irão proporcionar.
Clique aqui e acesse o estudo completo
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]]>O post Como manter um corpo jovem depois dos 60 apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>Com o passar dos anos vamos amadurecendo e as mudanças corporais vão acontecendo. Muitas vezes, não nos damos conta. Até achamos que podemos fazer as mesmas coisas que realizávamos no passado. Um dia, porém, percebemos que não temos mais a mesma força e a mesma massa muscular, e aí começam as dificuldades. Os reflexos são mais lentos, a resistência diminui e pensamos: uma vez eu fazia tudo isso com a maior facilidade!
Uma das formas mais comuns de se perceber a perda muscular é nas situações de sentar e levantar, subir escada, agachar para pegar algum objeto, ou, até mesmo, a simples ação de se levantar da cadeira. Essa dificuldade tem nome: é a sarcopenia. Ela é considerada uma alteração musculoesquelética, caracterizada pela perda de força e massa muscular a partir dos 60 anos. Essa alteração afeta o equilíbrio e provoca a alteração na marcha biomecânica da caminhada nos indivíduos. É comum vermos pessoas de mais idade com uma postura de tronco mais inclinada à frente, olhando para o chão com medo de cair, ou buscando onde se segurar durante o deslocamento.
É importante salientar que a sarcopenia é uma doença do envelhecimento que pode ser evitada. Uma das formas de prevenção é com uma alimentação rica em proteínas, que pode reparar a perda da massa muscular que ocorre com o passar dos anos. Outra forma, considerada ainda mais segura e eficaz para garantir um bom resultado na reversão da doença, é a musculação. Ela pode, com as devidas orientações, ofertar um ganho muscular significativo, independente da idade. A ideia de que depois dos 60 não pode fazer força é ultrapassada. Tem que fazer força sim, e aumentar a carga nos exercícios resistidos, para que possa haver modificações fisiológicas e alterações na composição corporal de quem pratica.
Outras modalidades talvez não tenham o mesmo efeito sobre a doença. A caminhada não vai dar massa muscular. Ela é um exercício cardiovascular, o que também é importante. O exercício funcional ajuda na mobilidade e ganho de força, mas é pouco. Os esportes podem ajudar a sair do sedentarismo, mas a massa magra tem que ser bem específica. O ideal é fazer pelo menos duas modalidades: escolha um treino cardiovascular e outro de força.
A sarcopenia pode atingir de 5 a 13% das pessoas acima dos 60 anos e chega a 50% das pessoas acima de 80 anos. Mas não se iluda por esses dados. A perda muscular inicia a partir dos 30 anos, principalmente em pessoas sedentárias, com índices de 1 a 2% de perda ao ano, após os 30 anos.
O exame para detectar em números se alguém está com sarcopenia é o Dexa, que faz as medições das massas magra, óssea, gorda e do percentual de gordura. Outra opção é avaliação da composição corporal com um professor de educação física ou nutricionista. A bioimpedância, que mede a composição corporal completa, dá um resultado mais rápido, mas exige alguns cuidados para não comprometer a realização do exame.
A influência do exercício físico na sarcopenia vai além da parte estética. A realização de atividades libera hormônios, como endorfinas, que interferem no humor, na autoestima e na autoimagem do praticante. Isso traz a sensação de bem-estar geral, aumenta a circulação sanguínea e influencia no hipocampo cerebral, retardando a incidência da Doença de Alzheimer, por exemplo, principalmente se considerarmos o trabalho de pernas em praticantes de musculação.
Os efeitos neuroprotetores melhoram com a prática de exercícios resistidos de perna. Há estudos sugerindo que a massa magra está associada a uma melhor função cognitiva, evitando, e em alguns casos, até revertendo, o progresso da sarcopenia. (Fonte: medscape.com).
A genética também influencia no aparecimento das doenças. Não precisamos acelerar e facilitar o surgimento delas na nossa vida. Os hábitos saudáveis estão no pacote de prevenção de qualquer doença. Pensamos muito em aproveitar a aposentadoria, viajar e fazer programas com a família, mas, para isso, precisamos de independência e de autonomia. Portanto, sigam as orientações médicas, do geriatra, façam o acompanhamento e mantenham a saúde mental em dia para poder usufruir tudo o que a vida proporciona.
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]]>O post Antes de começar o treino, faça uma avaliação física apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>Você fez a matrícula na academia, comprou um tênis e uma roupa top e está com a maior disposição para começar os treinamentos. Mas já parou para pensar se a atividade que escolheu é a ideal para você e se vai trazer os resultados que você busca? E principalmente, se a sua saúde está em dia e se não tem problemas que possam comprometer a execução? Para deixar claro todos esses pontos o recomendado é que antes de começar o treino você faça uma avaliação física.
A avaliação deve ser sempre conduzida por profissionais de educação física. Por meio de testes, a avaliação física irá analisar o histórico e o condicionamento físico da pessoa. O profissional poderá compreender melhor a situação do seu aluno ou futuro aluno e, assim, introduzir o tipo de treino mais adequado.
Além da altura e do peso, a avaliação consegue mensurar outros aspectos, como a flexibilidade e a resistência, fatores que são decisivos para a obtenção dos resultados.
“É um procedimento fundamental para quem inicia ou está em processo de treinamento físico na academia. É um GPS para o treinamento. A avaliação física reúne elementos que vão nos ajudar na metodologia e prescrição de exercícios”, explica a educadora física, Larissa Bitencourt.
A avaliação física também pode trazer impactos para os aspectos psicológicos dos alunos, interferindo na autoestima. A educadora física Keurin Provin explica que é comum os alunos monitorarem os resultados somente pela balança e ficarem desmotivados quando o peso se mantém, mesmo após dias de dedicação aos treinos.
“Temos que olhar as medidas. Conforme fazemos as avaliações, conseguimos perceber que a pessoa está perdendo peso porque está perdendo medidas, e que perdeu percentual de gordura mas aumentou a massa muscular”, explica Keurin.
Keurin ensina que os próprios alunos podem observar no dia a dia a redução das medidas corporais. “É na roupa que subiu um pouco mais, na que conseguiu fechar um botão. Conseguimos ter esse parâmetro para mostrar ao aluno que o treinamento está direcionado da forma correta e está dando certo”.
Ela ressalta que os resultados dependem ainda da alimentação, da mudança de hábitos, da dedicação e da disciplina do aluno no momento das refeições.
O recomendado é que a avaliação física seja feita antes de começar os treinos e repetida a cada 90 dias. Esse intervalo é considerado ideal para garantir a eficácia do treino e irá permitir a comparação do desenvolvimento do aluno e a avaliação dos resultados obtidos com a prática regular da atividade física.
Anamnese
A anamnese é a primeira etapa da avaliação física. Nela, o profissional reunir o máximo de informações possíveis sobre o avaliado, como:
Antropometria
A antropometria é a parte da avaliação física que vai medir o corpo do avaliado e coletar dados sobre a sua composição corporal. Ela envolve a coleta de informações sobre:
Dobras Cutâneas
As dobras cutâneas são a medida da espessura de duas camadas de pele e a gordura subcutânea. Elas revelam a adiposidade corporal do paciente e são medidas pelo adipômetro.
Testes Neuromusculares
Os testes neuromusculares têm como propósito analisar a força dos grupos musculares flexores e extensores. O objetivo é identificar alguma assimetria na força desses músculos.
Avaliação da Flexibilidade
A avaliação da flexibilidade identifica possíveis grupamentos musculares encurtados que podem gerar alterações posturais, de padrões de movimentos ou até mesmo dores articulares. A partir da flexibilidade é possível ter maiores amplitudes de movimento durante os exercícios físicos.
O Índice de Massa Corporal (IMC) é uma medida universal adotada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para classificar padrões de saúde relacionados ao peso, abrangendo condições como desnutrição e obesidade.
| IMC = Peso ÷ (Altura × Altura) |
| 16 a 16,9 kg/m² | Muito abaixo do peso |
| 17 a 18,4 kg/m² | Abaixo do peso |
| 18,5 a 24,9 kg/m² | Peso normal |
| 25 a 29,9 kg/m² | Acima do peso |
| 30 a 34,9 kg/m² | Obesidade grau I |
| 35 a 40 kg/m² | Obesidade grau II |
| maior que 40 kg/m² | Obesidade grau III |
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]]>O post Cinco dicas de ouro para a saúde apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>A correria do dia a dia muitas vezes nos impede de dedicar um tempo para a saúde, mas é possível, sim, ter uma vida mais saudável. O primeiro passo é abandonar velhos (e nocivos) hábitos e incorporar novas ações e costumes ao cotidiano.
O Recreio da Juventude e a Unimed Nordeste, parceiros em ações de saúde e bem-estar, elencaram cinco dicas fundamentais para manter a saúde. Neste sábado, dia 27 de janeiro, as duas entidades promovem o Wellness Day, um evento exclusivo para associados do RJ. A programação incluirá caminhada guiada, aulas de hidroginástica e dança e massagens. Será um bom momento para iniciar uma mudança na rotina e incorporar alguns cuidados com a saúde ao dia a dia.
Confira os hábitos que você pode começar a adotar agora mesmo:
Hidratação adequada
Lembre-se de beber pelo menos 8 copos de água por dia. Manter-se hidratado é essencial para o bom funcionamento do corpo, ajuda na digestão, regula a temperatura corporal e melhora a saúde da pele.
Alimentação equilibrada
Busque uma dieta rica em frutas, vegetais, grãos integrais e proteínas magras. Evite o excesso de alimentos processados, ricos em gorduras saturadas e açúcares. Uma alimentação equilibrada fornece os nutrientes necessários para a saúde geral.
Atividade física regular
Inclua pelo menos 30 minutos de atividade física moderada na sua rotina diária. Pode ser uma caminhada, corrida, yoga, natação ou qualquer outra atividade que você goste. A atividade física regular melhora a saúde cardiovascular, fortalece os músculos e contribui para o bem-estar mental.
Sono de qualidade
Estabeleça uma rotina de sono consistente, visando de 7 a 9 horas de sono por noite. O sono adequado é crucial para a recuperação do corpo, consolidação da memória, regulação do humor e fortalecimento do sistema imunológico.
Avaliação física
O que você não mede, não controla. A avaliação física pode identificar limitações físicas ou biológicas e ainda possibilita a personalização de atividades, potencializando o resultado dos treinos. Quando realizada regularmente, serve como ferramenta.
Wellness Day
Data: 27 de janeiro, sábado
Local: Sede Juventude, Recreio da Juventude
Programação
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]]>O post As muitas vivências trabalhadas pela prática esportiva apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>A prática esportiva é uma experiência bem integrada e ordenada, distinta e marcante, dotada de características variadas. [1] Em função dos objetivos propostos e dos meios disponíveis, determinam-se as condições de direcionamento, do planejamento e da aplicação das aulas e das atividades. Assim, é possivel promover muitas e diversas vivências com a prática de esportes.
Os esportes coletivos, principalmente os que exigem colaboração – como futebol, basquete e vôlei – ensinam aos alunos a trabalhar em equipe. E essa é uma característica que deve ser desenvolvida desde cedo. Muito valorizada no mercado de trabalho, é considerada importante na vida adulta.
A liderança também é uma característica trabalhada nos jogos coletivos. Na prática esportiva, os alunos aprendem a receber sugestões e a compartilhar experiências, as características de um bom líder.
As atividades esportivas ressaltam a disciplina e o comprometimento. Os alunos se sentem encorajados a participar das atividades e a treinar para desenvolver habilidades de pensar em conjunto, despertando o senso de responsabilidade do dia a dia.
As atividades físicas devem ser aplicadas e multiplicadas com o objetivo de mostrar o conceito do esporte como um fator educacional e de desenvolvimento humano, sendo um fator fundamental para o desenvolvimento integral das crianças e adolescentes, capacitando-os a lidarem com suas necessidades, desejos e expectativas. Neste processo, os alunos adquirem e aprimoram habilidades esportivas, sociais, cognitivas, afetivas e comunicativas.
Há exercícios que trabalham a lateralidade, a flexibilidade, a agilidade, a coordenação, a força muscular, a resistência cardiorrespiratória, o equilíbrio e os movimentos finos.
Além disso tudo, a prática esportiva libera serotonina e dopamina, substâncias responsáveis por aumentar a sensação de bem-estar, relaxamento e felicidade geral.
[1] DEWEY, John. 1974. Textos Selecionados. Coleção Os Pensadores. São Paulo: Ed. Abril.
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]]>O post Não deixe seu filho no quarto e ao celular apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>O excesso de trabalho e tarefas dos pais dificulta o processo de educação dos filhos. Há muita informação oferecida pelos meios tecnológicos que trazem ainda mais complexidade para a educação das crianças. A escola suprime uma parte da educação, deixando o turno da manhã ou da tarde bem preenchidos. Mas há um turno em casa, em que ela cumpre várias situações de rotina, como dormir, estudar, brincar, ficar em casa – no quarto -, sair para uma atividade extra ou para a casa de um amigo(a), jogar videogame e ficar ao celular.
Pesquisa sobre o tempo de uso de celular indica que 79% das crianças ficam 4 horas no aparelho por dia. O estudo indica que crianças de 0 a 3 anos ficam 2,56 minutos; de 4 a 6 anos, 3,17 minutos; de 7 a 9 anos, 3,29 minutos; e finalizando, de 10 a 12 anos, 4,46 minutos. Há inclusive o termo “Filhos do quarto” para batizar aqueles que permanecem 40 ou 50 minutos ininterruptos sem sair do lugar [1].
Esses dados assustam um pouco mas nos fazem refletir a que ponto chegamos nessa última década. Certamente temos que ponderar que no Brasil hoje há muitas dúvidas do quanto nós e nossos filhos nos sentimos seguros nas ruas ou estabelecimentos que não sejam as nossas casas. Os fatores sociais e econômicos interferem no uso em excesso do celular, do tablet, da televisão e dos videogames. Passar mais tempo no trabalho e nas empresas é mais cômodo e traz mais facilidade para o acesso a tecnologias e serviços.
O efeito no cérebro do hormônio dopaminérgico, estimulado pelo celular, funciona da seguinte forma para os adultos e para as crianças:
Sabendo disso, você consegue imaginar como ficarão essas crianças daqui dez ou vinte anos? Essas crianças que estão usando de forma indiscriminada esse tipo de tecnologia?
Certamente, tem muita coisa boa nas redes sociais e nas telas, coisas que ajudam na resolução de vários problemas, de diferentes áreas. Mas é importante o olhar atento dos educadores e pais para essas crianças. A dependência a esses aparelhos pode causar distúrbios comportamentais, baixo rendimento na escola e o desinteresse por atividades básicas, como a alimentação, as brincadeiras, a companhia e a convivência presencial com os amigos.
[1] Edição do Brasil. Disponível www.edicaodobrasil.com.br. Acesso em: julho, 2023.
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]]>O post O papel do esporte no tratamento do diabetes mellitus apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>Nos dias que antecederam o seu aniversário de seis anos, Giulia Taufer Panigaz começou a sentir mais sede que o normal, a ter mal-estar e crises de vômito. Já no hospital e após uma semana de UTI em observação, veio a confirmação do diagnóstico de diabetes tipo 1. Hoje, aos oito anos, a pequena tem uma rotina adaptada à doença e encontrou no esporte uma maneira de superar os sintomas e a levar uma rotina mais leve e saudável.
Diabetes é uma doença crônica na qual o corpo não produz insulina ou não consegue empregar adequadamente a insulina que produz. O tipo 1, como o de Giulia, é uma doença autoimune em que o sistema imunológico ataca células e impede a liberação da insulina para o corpo. Assim, a glicose fica no sangue, ao invés de ser usada como energia.
O tratamento é com insulina, medicamentos, alimentação planejada e a prática de atividades físicas. Giulia praticava ginástica artística quando descobriu a doença. Ao longo desses dois anos convivendo com a diabetes, a família buscou incentivá-la a descobrir outras modalidades. Depois da ginástica artística e da natação, é ao vôlei que a pequena está se dedicando agora. Ela pratica a modalidade duas vezes por semana, com bons resultados no controle da doença.
“Nos dias que ela pratica, percebemos que a glicemia – taxa de glicose no sangue – fica muito mais estável. Nos dias que ela não tem esporte, afeta bastante e a glicemia muda drasticamente. O esporte ajuda a reduzir a glicemia, o que é bom porque ela consegue comer sem uma dosagem tão alta de insulina. Quantos menos precisar, melhor”, afirma a mãe, Cristiane Taufer.

De acordo com ela, é importante escolher uma atividade que a criança goste e tenha prazer em praticar, para garantir a incorporação à rotina de forma mais fácil.
Biologicamente falando, a prática de atividades físicas atua diretamente na redução da resistência à insulina e na melhora da glicemia. Durante a contração dos exercícios, os músculos produzem substâncias que agem nos próprios músculos e em vários órgãos. Essas substâncias transformam as gorduras em geradores de energia, reduzem a resistência à insulina, melhoram a taxa de glicose no sangue e reduzem o apetite.
De acordo com a endocrinologista Priscila Nobre Dantas Mattje, a prática de atividades físicas por pessoas com diabetes diminui o risco das complicações da doença e comorbidades que podem acompanhá-la. Segundo ela, é recomendado que adultos façam, pelo menos, 150 minutos de exercícios físicos por semana, divididos em três dias consecutivos; e crianças, 60 minutos por dia.
“Não é interessante ser ‘atleta de fim de semana’, até pelo risco de lesão. A princípio qualquer atividade pode ser feita, a não ser que o indivíduo esteja com diabetes descompensada, tenha retinopatia e daí o exercício intenso pode piorá-la, ou tenha alguma doença osteoarticular ou cardíaca. Cada caso deve ser avaliado”, explica a médica.
Ela recomenda mesclar os exercícios aeróbicos, como caminhada, bicicleta, natação e futebol, com os anaeróbicos, como musculação, yoga e pilates. “Se a pessoa precisa de insulina, é importante seguir as recomendações do seu médico e do seu nutricionista, quanto aos horários das atividades, alimentação e doses de insulina”, completa a dra. Priscila.
Pratique atividades físicas
Recomendações de exercícios físicos para pessoas com diabetes da Associação Americana de Diabetes (ADA):
Dia Mundial da Diabetes
O Dia Mundial da Diabetes é comemorado desde 1991, em 14 de novembro. A data é o aniversário de Sir Frederick Banting, co-descobridor da insulina, juntamente com Charles Best.
Grupo Gotas de Vida
Em Caxias do Sul há um grupo de pais, familiares, responsáveis e pacientes com Diabetes Mellitus Tipo 1 (DM1), o Gotas de vida. O grupo foi criado para o compartilhamento de informações e para a busca de melhorias no tratamento, com foco em qualidade de vida, independência, inclusão e liberdade. O contato pode ser feito pelo Instagram @gotas_de_vida_dm1.
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