foxiz-core domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home2/fcincoho/clubefy/wp-includes/functions.php on line 6131O post Como manter um corpo jovem depois dos 60 apareceu primeiro em Recreio da Juventude.
]]>Com o passar dos anos vamos amadurecendo e as mudanças corporais vão acontecendo. Muitas vezes, não nos damos conta. Até achamos que podemos fazer as mesmas coisas que realizávamos no passado. Um dia, porém, percebemos que não temos mais a mesma força e a mesma massa muscular, e aí começam as dificuldades. Os reflexos são mais lentos, a resistência diminui e pensamos: uma vez eu fazia tudo isso com a maior facilidade!
Uma das formas mais comuns de se perceber a perda muscular é nas situações de sentar e levantar, subir escada, agachar para pegar algum objeto, ou, até mesmo, a simples ação de se levantar da cadeira. Essa dificuldade tem nome: é a sarcopenia. Ela é considerada uma alteração musculoesquelética, caracterizada pela perda de força e massa muscular a partir dos 60 anos. Essa alteração afeta o equilíbrio e provoca a alteração na marcha biomecânica da caminhada nos indivíduos. É comum vermos pessoas de mais idade com uma postura de tronco mais inclinada à frente, olhando para o chão com medo de cair, ou buscando onde se segurar durante o deslocamento.
É importante salientar que a sarcopenia é uma doença do envelhecimento que pode ser evitada. Uma das formas de prevenção é com uma alimentação rica em proteínas, que pode reparar a perda da massa muscular que ocorre com o passar dos anos. Outra forma, considerada ainda mais segura e eficaz para garantir um bom resultado na reversão da doença, é a musculação. Ela pode, com as devidas orientações, ofertar um ganho muscular significativo, independente da idade. A ideia de que depois dos 60 não pode fazer força é ultrapassada. Tem que fazer força sim, e aumentar a carga nos exercícios resistidos, para que possa haver modificações fisiológicas e alterações na composição corporal de quem pratica.
Outras modalidades talvez não tenham o mesmo efeito sobre a doença. A caminhada não vai dar massa muscular. Ela é um exercício cardiovascular, o que também é importante. O exercício funcional ajuda na mobilidade e ganho de força, mas é pouco. Os esportes podem ajudar a sair do sedentarismo, mas a massa magra tem que ser bem específica. O ideal é fazer pelo menos duas modalidades: escolha um treino cardiovascular e outro de força.
A sarcopenia pode atingir de 5 a 13% das pessoas acima dos 60 anos e chega a 50% das pessoas acima de 80 anos. Mas não se iluda por esses dados. A perda muscular inicia a partir dos 30 anos, principalmente em pessoas sedentárias, com índices de 1 a 2% de perda ao ano, após os 30 anos.
O exame para detectar em números se alguém está com sarcopenia é o Dexa, que faz as medições das massas magra, óssea, gorda e do percentual de gordura. Outra opção é avaliação da composição corporal com um professor de educação física ou nutricionista. A bioimpedância, que mede a composição corporal completa, dá um resultado mais rápido, mas exige alguns cuidados para não comprometer a realização do exame.
A influência do exercício físico na sarcopenia vai além da parte estética. A realização de atividades libera hormônios, como endorfinas, que interferem no humor, na autoestima e na autoimagem do praticante. Isso traz a sensação de bem-estar geral, aumenta a circulação sanguínea e influencia no hipocampo cerebral, retardando a incidência da Doença de Alzheimer, por exemplo, principalmente se considerarmos o trabalho de pernas em praticantes de musculação.
Os efeitos neuroprotetores melhoram com a prática de exercícios resistidos de perna. Há estudos sugerindo que a massa magra está associada a uma melhor função cognitiva, evitando, e em alguns casos, até revertendo, o progresso da sarcopenia. (Fonte: medscape.com).
A genética também influencia no aparecimento das doenças. Não precisamos acelerar e facilitar o surgimento delas na nossa vida. Os hábitos saudáveis estão no pacote de prevenção de qualquer doença. Pensamos muito em aproveitar a aposentadoria, viajar e fazer programas com a família, mas, para isso, precisamos de independência e de autonomia. Portanto, sigam as orientações médicas, do geriatra, façam o acompanhamento e mantenham a saúde mental em dia para poder usufruir tudo o que a vida proporciona.
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]]>O mundo hoje passa por transformações que nos trazem uma sensação de perda de rumo, inversão de valores e do que é certo ou errado. Na busca pelo caminho, ou pelo melhor caminho, tomamos como referência pessoas que assumem o papel de ídolos, ou até mesmo, se aproximando um pouco do extraordinário, o de super-herói.
Os ídolos se traduzem pela visão de uma figura vigorosa, inspirada em uma imagem qualquer, que se transformou num mito íntimo, num símbolo máximo de força e vencedor de qualquer resistência, em qualquer circunstância ou situação de vida. Temos ídolos dentro de nossas casas e no nosso círculo de convivência, um membro da família, um amigo, um professor, um atleta, um líder religioso. Com suas responsabilidades e conquistas, os ídolos representam muito para quem os admira.
Os super-heróis dos quadrinhos e filmes lutam por um mundo mais justo e melhor, e pelas vitórias do bem sobre o mal. Eles têm uma solução imediata para situações de risco e nos trazem esperança. Com os superpoderes concedidos por seus criadores, nos deixam sonhar com um mundo melhor e mais seguro. O homem de aço, por exemplo, com sua visão, força, velocidade e capacidade de voar, resolve os problemas de forma rápida e eficaz.
O pensador chinês Confúcio, de 479 a.C., dizia nos seus pensamentos: favoreça uma lealdade familiar forte, a veneração dos ancestrais, o respeito aos idosos e à família como a base para um governo e uma vida ideal. A busca do bem em comum estabelece ajustes na sociedade por meio das leis, das pessoas e dos ídolos, que dão exemplo e promovem a reflexão sobre os valores perdidos. Confúcio nos ensina que a perda de valores morais se dá devido a um processo educacional insuficiente para alcançar toda a sociedade. Sem formar seres humanos conscientes, o educar retifica as pessoas e reergue a sociedade.
Os super-heróis, nascidos das páginas dos quadrinhos ou das telas de cinema, personificam qualidades extraordinárias, como coragem, poderes sobre-humanos, determinação e a luta pelo bem. Eles são ícones de esperança, inspiram aqueles que admiram suas histórias a acreditar no melhor e a enfrentar os desafios com bravura. Da mesma forma, os ídolos, sejam músicos, artistas, atletas ou outras figuras públicas, conquistam corações com sua excelência, talento e carisma. Eles não apenas alcançam um alto nível de habilidade em seus campos, mas também usam sua influência para impactar positivamente seus fãs, servindo como modelos a serem seguidos e buscando uma consciência maior do papel de cada um na sociedade.
Tanto super-heróis, quanto ídolos, têm uma base de fãs leais e dedicados, dispostos a se inspirar em suas ações e mensagens. Eles oferecem um senso de pertencimento e identidade, unindo pessoas com interesses e valores semelhantes. Além disso, suas narrativas muitas vezes destacam a importância do altruísmo, empatia e perseverança, mostrando que, mesmo em circunstâncias difíceis, é possível encontrar forças para superar obstáculos.
No entanto, há uma diferença entre eles. Enquanto os super-heróis são criações ficcionais, os ídolos são pessoas reais. Os super-heróis são muitas vezes idealizados, representando um padrão inalcançável de perfeição. Os ídolos são seres humanos com falhas, embora possam ser admirados por suas conquistas e talentos excepcionais. Isso é demonstrado em capítulos de nossa história, com exemplos de conquistadores, inventores, cientistas e líderes religiosos.
Ambos, no entanto, têm um impacto profundo na sociedade. Os super-heróis podem ensinar lições valiosas sobre coragem e ética, enquanto os ídolos podem inspirar a busca pela excelência e pela autenticidade. Tanto os super-heróis quanto os ídolos têm um lugar especial em nossas vidas, cada um oferecendo seu próprio tipo de inspiração e motivação para aqueles que os admiram, e influências no criar, direcionar e manter comportamentos relacionados com o cumprimento de objetivos.
O que falta hoje é esse senso, ou bom senso. A capacidade de servir a todos para o bem comum sem pensar em si próprio, mantendo uma harmonia e ordem, e sendo inspiração para tornar as pessoas melhores, com princípios e promotoras de mudanças expressivas em uma sociedade.
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]]>O excesso de trabalho e tarefas dos pais dificulta o processo de educação dos filhos. Há muita informação oferecida pelos meios tecnológicos que trazem ainda mais complexidade para a educação das crianças. A escola suprime uma parte da educação, deixando o turno da manhã ou da tarde bem preenchidos. Mas há um turno em casa, em que ela cumpre várias situações de rotina, como dormir, estudar, brincar, ficar em casa – no quarto -, sair para uma atividade extra ou para a casa de um amigo(a), jogar videogame e ficar ao celular.
Pesquisa sobre o tempo de uso de celular indica que 79% das crianças ficam 4 horas no aparelho por dia. O estudo indica que crianças de 0 a 3 anos ficam 2,56 minutos; de 4 a 6 anos, 3,17 minutos; de 7 a 9 anos, 3,29 minutos; e finalizando, de 10 a 12 anos, 4,46 minutos. Há inclusive o termo “Filhos do quarto” para batizar aqueles que permanecem 40 ou 50 minutos ininterruptos sem sair do lugar [1].
Esses dados assustam um pouco mas nos fazem refletir a que ponto chegamos nessa última década. Certamente temos que ponderar que no Brasil hoje há muitas dúvidas do quanto nós e nossos filhos nos sentimos seguros nas ruas ou estabelecimentos que não sejam as nossas casas. Os fatores sociais e econômicos interferem no uso em excesso do celular, do tablet, da televisão e dos videogames. Passar mais tempo no trabalho e nas empresas é mais cômodo e traz mais facilidade para o acesso a tecnologias e serviços.
O efeito no cérebro do hormônio dopaminérgico, estimulado pelo celular, funciona da seguinte forma para os adultos e para as crianças:
Sabendo disso, você consegue imaginar como ficarão essas crianças daqui dez ou vinte anos? Essas crianças que estão usando de forma indiscriminada esse tipo de tecnologia?
Certamente, tem muita coisa boa nas redes sociais e nas telas, coisas que ajudam na resolução de vários problemas, de diferentes áreas. Mas é importante o olhar atento dos educadores e pais para essas crianças. A dependência a esses aparelhos pode causar distúrbios comportamentais, baixo rendimento na escola e o desinteresse por atividades básicas, como a alimentação, as brincadeiras, a companhia e a convivência presencial com os amigos.
[1] Edição do Brasil. Disponível www.edicaodobrasil.com.br. Acesso em: julho, 2023.
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]]>O esporte vai além da competição ou paixão. Ele é um instrumento de mudanças e descobertas em todas as idades. As escolas têm o objetivo de apresentar as modalidades básicas aos alunos – como futebol, voleibol, basquete e handebol – como uma introdução ao esporte e com a possibilidade de desistência dessas modalidades. Muitas escolas levam as crianças que se destacam por suas capacidades e habilidades para participar de campeonatos no município ou estado, como os jogos escolares, organizados pelas secretarias de esporte e lazer.
Mesmo com essas ações, ao longo dos anos, as aulas de educação física têm perdido importância na grade curricular. Os adolescentes demonstram cada vez menos interesse e o esporte acaba não sendo democrático. O futebol desperta mais interesse, enquanto outros esportes, como voleibol e basquete, são marginalizados, com cada vez menos pessoas interessadas. Além disso, as aulas de educação física têm deixado muito a desejar, não mostrando todo o vasto campo da área esportiva para a melhora das jovens promessas.
As aulas de educação física devem apresentar o esporte para a criança com o intuito de fazê-la descobrir o seu corpo e o que pode fazer com ele, nas diferentes maneiras de explorar as valências físicas, como a noção espacial, a coordenação, o equilíbrio e o tempo, entre outras. Habilidades como caminhar, correr, saltar e as atividades com bola servem como base para as futuras escolhas das modalidades esportivas.
Entre as instituições com diversas opções de prática esportiva temos as universidades, os clubes e os ginásios. Os clubes oferecem mais estrutura para os praticantes. Além disso, nesses espaços, os interessados podem se desenvolver ao longo dos anos e se revelarem promessas para as modalidades individuais ou coletivas.
Nas atividades esportivas, o indivíduo recebe lições de comportamento, moral, ética, noções de convivência em grupo, respeito ao colega e ao treinador e de disputas nas competições. O convívio com as diferenças entre os alunos faz com que as crianças tenham compromisso com os cuidados, com o se esforçar e com o espírito de equipe.
Se você ensinar e der opção para a criança conhecer o esporte com o qual mais se identifica, ela pode fazer desse compromisso uma superação de seus limites, dos controles de estresse, ansiedade e de alguns tipos de depressão e outros problemas de saúde, que atingem a população de todas as idades.
Muitas pesquisas no campo da ciência estudam os efeitos da prática de exercícios físicos no cérebro das crianças. O neurocientista Daniel Wolpert afirma que o movimento é único que dá propósito para o cérebro existir. O exercício físico regular deixa o cérebro inteligente racionalmente e equilibrado emocionalmente.
A prática de exercício traz benefícios em três dimensões:
Todos são neurotransmissores ativados pelo esporte, que pode ser considerado a droga natural para o combate à depressão nos tempos de hoje.
É mais do que comprovada a importância do esporte, da atividade física, do exercício físico em todas as fases da vida. Os iniciantes e mais novos podem, por meio dessas experiências nas escolas ou clubes, desenvolver o interesse pleno por essas práticas.
Dessa forma, haverá a promoção da saúde com atividades bem orientadas, com a participação direta dos pais, da escola e dos amigos, promovendo uma formação integral do indivíduo. É muito importante também resgatar as brincadeiras e a recreação, e dessa forma, criar base para futuros atletas com suas capacidades reconhecidas e bem trabalhadas para o futuro do esporte. Quem sabe assim não teremos mais atletas e mais medalhas?
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]]>O olhar dos pais e educadores deve estar atento para a dependência das crianças às telas. A dependência ao telefone celular pode causar distúrbios comportamentais, baixo rendimento na escola e o desinteresse por atividades básicas, como a alimentação, as brincadeiras, a companhia e a convivência presencial com os amigos. A situação é grave mas a aplicação do exercício físico e do esporte pode ser o diferencial para a educação dessas crianças.
Antes de falar em exercício físico, é preciso diferenciar o conceito em relação à atividade física. O primeiro é uma atividade planejada e estruturada com um objetivo, por exemplo, natação, futebol e academia. O segundo é tudo que envolve movimento sem planejamento, feito de forma intermitente e que leva ao gasto calórico, por exemplo, limpar a casa, varrer ou passear com um cachorro. Sabendo dessa diferença, nós podemos observar o quanto tem valor para a criança o planejar das aulas de educação física com objetivos a serem alcançados. As aulas da escola, com professores de ensino fundamental e médio atuando no desenvolvimento motor e cognitivo, têm um papel importante na formação da personalidade, caráter, saúde física e psíquica dos alunos.
Diante disso, nós voltamos a pensar na importância do esporte, do exercício, da atividade física para a criança na escola, no clube ou na academia. É importante envolvê-las em projetos que têm no movimento corporal seu objetivo principal, como as várias escolinhas esportivas dos clubes e o Núcleo de Aprendizagem Esportiva (NAE), especificamente.
A prática esportiva favorece e causa experiências corporais importantes que a criança não vai ter quando em contato apenas com as tecnologias. Com os pequenos, as vivências de atividades com o uso de habilidades motoras que não são bem trabalhadas em outras escolas, mas sim, em primeira mão, elaboradas pelos professores de educação física do clube, são o primeiro passo para o início de uma preparação para esporte. E certamente reflete também na educação, num contexto mais amplo para futuras habilidades a serem propostas.
O método do modelo americano de educação é usado até hoje na formação de atletas. Eles o chamam de esporte educacional e é o que está promovendo uma formação integral do indivíduo. Nesse modelo, o esporte é utilizado como uma ferramenta pedagógica que enfatiza uma abordagem no desenvolvimento de habilidades cognitivas, sociais, emocionais e físicas.
Nos EUA, as crianças são incentivadas desde cedo a praticar um esporte. Tanto nas escolas, quanto nas faculdades e colégios, elas são estimuladas a trocar de modalidade até encontrarem uma do seu gosto ou da sua capacidade física, e ganharem uma bolsa para competir por 22 ou 23 anos como profissional. Conhecidas como athlete patway, essa é uma formação esportiva sem interrupção. O caminho do atleta proporcionado pelo modelo americano faz com que todos os alunos participem de um esporte, aumentando o quadro de medalhas do país nas olímpiadas. O modelo da maior economia do mundo mantém o esporte e os alunos engajados pedagogicamente no ensino e todos têm a formação de atletas em paralelo com o de suas devidas profissões.
A proposta aplicada e desenvolvida no Recreio da Juventude com as crianças as ajuda a conhecerem suas capacidades físicas e treiná-las no desporto mais adiante. Em relação especificamente ao Núcleo de Aprendizagem Esportiva (NAE), por começar justamente aos 3 anos, é uma experiência que traz uma descoberta corporal e cognitiva para as crianças, que têm seu primeiro contato com tarefas que envolvem coordenação motora, habilidades manipulativas, tempo de reação, noção de espaço, equilíbrio, lateralidade, consciência corporal, e muitas outras.
Um ponto importante para os pais que têm filhos hoje é educar, mas isso é mais que saber dizer não, dar limites e fazê-las lidar com as frustrações. É também incentivá-las nas atividades diárias e melhorar a competitividade, a convivência com outras crianças, a participação nas tarefas e a experiência com os jogos num ambiente em que possam saber seus limites. Isso trará mais maturidade, reconhecimento de suas competências, fortalecimento da sua autoestima no trabalho, convivência social e uma melhor percepção da sua imagem corporal.
Um enfoque da educação física desenvolvimentista diz que o repertório motor não depende só da idade, mas sim do ambiente em que a criança vive e das tarefas realizadas no seu processo de aprendizagem [1]. E que essa criança em contato com a aula, com o movimento e o esporte, vai poder aprender mais na escola e no clube aspectos como coordenação motora, memorização, tomada de decisão, além de melhora na escrita, fala e desinibição, tendo mais disciplina, respeito, ética com os colegas e em outras áreas, para o resto de sua vida.
Além de todas as tarefas citadas acima, é necessária uma atenção redobrada no tempo em frente às telas e na participação da família na escola, principalmente dos pais no desenvolvimento mais amplo do filho.
Somos seres aeróbios, que precisam de movimento, que respiramos para oxigenar e vivenciar atividades diversas. Precisamos conviver, nos ajudar e respeitar nosso corpo; gerar bons hábitos, como o de dormir cedo, estudar, ler, praticar um esporte e se alimentar bem. Desligue seu celular, vá jogar bola com seu filho, vá ao cinema com sua filha. Na hora do almoço, converse em família, estimule os bons hábitos, mastiguem, comam devagar, olhe seu filho nos olhos. Sempre invista um tempo para acompanhar as tarefas, estude junto, converse com seu filho. Façam um esporte juntos, vão à praça. Use sua criatividade para propor uma atividade ao seu filho. Saiba que eles são o nosso reflexo e nos imitam, nas coisas boas e nas ruins.
[1] TANI, Go. Abordagem desenvolvimentista: 20 anos depois. Revista da Educação Física/UEM, v. 19, n. 3, p. 313-331, 2008. Tradução. Disponível em: http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/5022/3684. Acesso em: 04 dez. 2023.
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